sexta-feira, 27 de junho de 2008

O 11° Trabalho de Hércules e as Correlações do Número 11 nos Ataques às Torres Gêmeas

No 11° trabalho Herácles sustentou as duas Colunas de Atlas = Atlas fundou Atlântida = Atlântida era governada por 7 grupos de Colunas Gêmeas = Os Gêmeos = Gemini era governado por Mercúrio = Hermes = Deus do Comércio e dos Negócios = Lúcifer (Ezequiel 28:16)

Comentários do webmaster do site Watcher: Hoje, 11 dia de Setembro, o Vôo 11 da American Airlines colidiu contra as Torres Gêmeas, batizando os obeliscos gêmeos com o sangue dos seus 92 (9 + 2 = 11) passageiros. O Vôo 77 da American Airlines se une ao Pentágono, em um ritual alquímico flamejante no meridiano 77 (um duplo 7). Os Gêmeos de Gemini estão associados à Mercúrio, Deus do Comércio & dos Negócios, também chamado de Hermes, Deus da Informação, também conhecido como Lúcifer, aquele que traz a luz. Apropriadamente, Lucifer é o Deus dos Comércios, de acordo com Ezequiel 28:16.

Observe as seguintes datas:

• 8 de Outubro ou * 8 / 8 * Udjat - símbolo da Saúde relacionado ao conceito de Crise
• 12 de Outubro, Dia de Cristóvão Colombo (descobrimento da América) * muçulmanos relacionam o ano de 1492 à perda de hegemonia * Ataque Terrorista ao navio USS Cole em 12/10/ 2000.
• 13 de Outubro * Maçonaria relaciona suas origens à 13 de outubro * Cerimônia maçônica de Edificação realizada na Casa Branca em 13/
10
• 26 de Outubro * Festividade de Hathor - Deusa Bovina da Morte – Guerra Biológica relacionada com bovinos?
• 31 de Outubro * O FBI Adverte sobre as compras de grandes quantidades de guloseimas - Não Deixe Suas Crianças saírem de casa durante o Halloween!
• 11 de Novembro * Festividade de Andrômeda = Vírus da doença de Andromeda? AndroMEDA & PERSeus = Medos & Persas


As correlações de COLOMBO:

A jornada de Cristóvão Colombo em 1492, financiado pela Família Real da Espanha, para além das Colunas de Hércules;
A família Real da Espanha e as Colunas de Hércules (o lendário local de Gibraltar na Península Ibérica e Marrocos);
Por terem financiado as Explorações do Novo Mundo, a Família Real adota as Colunas Gêmeas de Hércules em seu Brasão Real;
O emblema das Colunas Gêmeas no Dólar espanhol, é adotado no primeiro desenho do Dólar Americano;
­A abreviação do desenho das Colunas Gêmeas, tornou-se o símbolo do Dólar $ (com não apenas uma, mas duas colunas);
O desenho do Dólar Americano Simboliza a Filosofia do Território;
Assim como a Coluna no Dólar Espanhol, simbolizando a Era espanhola das Explorações & Conquistas do Novo Mundo;
O Olho de Hórus no topo da Pirâmide localiza-se na parte de trás da nota de 1 Dólar;
Hórus = Mercúrio, Hermes e Thoth - Deuses do Conhecimento, Comércio e Iluminação;
Imagem do presidente Maçom George Washington, na frente da nota de 1 Dólar;
Monumento ao Dólar de Washington = Monumento à Hórus = Torres Gêmeas = Referência às Colunas Gêmeas;
A Família Real Espanhola derrota os muçulmanos em 1492 – a Península Ibérica ou "Andaluzia" ou "Lusitânia" é convertida à força;
Fernando II e Isabel de Aragão alegam vitória em Granada sobre os muçulmanos – a prática do Islã não mais é permitida publicamente na Península Ibérica;
Um artigo jornalístico muçulmano afirma que as datas das derrotas islâmicas devem ser comemoradas "a fim de que a Península Ibérica seja reabilitada";
O colapso das Torres do World Trade Center ocorreu em 11 de Setembro, literalmente no 11º dia do 7º mês, ou * 7/11 * guerreiros muçulmanos conseguem êxito nos EUA;
711 d.C., Ano do êxito inicial dos muçulmanos na Europa – de 711 à 1492 d.C. os muçulmanos dominaram os territórios de "Andaluzia" em Portugal, a Espanha e o Sul da França.

•A Identidade de Colombo


• O SIMBOLISMO DO NOME CRISTÓVÃO COLOMBO:
Columba romana para Pomba
"A Pomba de Gênova" - Referência católica para Cristóvão Colombo, o "homem de Deus";
A Ordem dos Cavaleiros de Colombo, fraternidade "semelhante à maçônaria";
Columbia, nome simbólico para os EUA – o Distrito de Columbia supostamente significa Distrito da Pomba;
A deusa Ísis, em sua encarnação como Semiramis, é chamada de A Portadora dos Ramos, Simbolizada pela Pomba: Citação extraída do livro de Alexander Hislop The Two Babylons;
Distrito de Colúmbia significando Iluminado = "Distrito de Ísis";
O Ramo de Ísis / Semíramis / Pomba, é o seu filho Hórus;


• Itália: A tradição considera que Cristóvão Colombo nasceu em Gênova, de acordo com a Enciclopédia Católica (Catolicismo Romano)
• Espanha: Muitos dizem que Cristobal Colon nunca afirmou que era genovês, e que sempre escrevia em espanhol catalão.
• Portugal: As bulas Papais escritas em latim ainda referen-se a ele como CRISTOV & Atilde; O COLON, e não Columbus em Latin, como seria de se esperar


A LISTA DE CORRELAÇÕES DOS NÚMEROS 9 E 11:
• A data do ataque: 11/ 9 - 9 +1 +1 = 11
• Número telefônico (nos EUA) para relatar eventos fatais = 911
• "O colapso das Torres gêmeas - edifícios que formavam um 11 no solo - aconteceu em 11/9
• O 11º Trabalho de Hércules incluía sustentar as Colunas Gêmeas
• O Vôo 11 atingiu as Torres Gêmeas
• O Vôo 11 tinha 92 pessoas a bordo: 9 +2 = 11
• O Vôo 77 tinha 65 pessoas a bordo: 6 +5 = 11
• 11 de Setembro é o 254º dia do ano 2+ 5+ 4 = 11
• Após o 11 de Setembro, haviam 111 dias restantes para o final do ano de 2001
• O Estado de Nova York foi o 11º estado a ser adicionado à União
• New York City - 11 letras
• Afeganistão - 11 letras
• The Pentagon - 11 letras
• George W Bush - 11 letras
• 11 de setembro de 1922, tem início o mandato britânico (mandato que recebeu a Grã-Bretanha sobre o território de Israel [1922-1948]) na Palestina – seria uma forma de Osama & o Islã celebrarem essa data em particular?


O número 77 (7 X 11 = 77):

O PENTÁGONO, LOCALIZADO NO MERIDIANO 77, ATINGIDO PELO VÔO 77 - ambos os vôos 77 e 11 foram números "gêmeos". Atlas, cujos pilares foram temporariamente sustentados nos ombros por Hércules durante seu 11° Trabalho, é o lendário rei da Atlântida do conto de Platão. Atlantis era governada por 7 grupos de Gêmeos!
77 é um número iluminado, é o número da vingança de Lameque, o antepassado do mestre maçom Hiram Abiff.


OS NÚMEROS 7 E11:

Embora a data 9/11 seja evocativa para a associação com o número de telefone emergêncial 911, o significado inspirado desta data pode ser compreendido ao recordarmos dela como o 11° DIA DO 7° MÊS = 7/11 (data em que era celebrado o culto ao deus Marte) no calendário Romano.


O Islamismo na Europa de 711 à 1492 d.C.

O ESTREITO DE GIBRALTAR E O 7/11: Exteriormente é interessante notar que os Rockefeller, a família “real” norte americana, financiaram e capacitaram Osama bin Laden e o Taliban - os supostos culpados pela destruição dos monumentos ao dólar, as Torres Gêmeas dos Rockefeller. A data do ataque é significativa na história do conflito entre judeus e muçulmanos. Poderíamos interpretar o 11 de Setembro como 7 / 11 caso o Ocidente contasse os anos da mesma forma que os romanos - Março, nome dado em homenagem ao deus Marte, era o primeiro mês do ano novo, e Setembro era o sétimo mês.

Devido Abraão ter sido o pai tanto das nações judaica como árabes, dos judeus por parte de Isaque e dos árabes através de Ismael, existe uma rivalidade pelo domínio da terra, simbolizando as forças rebeldes espirituais, basicamente por trás dos conflitos terrenos. Isso ocorre porque Deus prometeu fazer dos descendentes de Abraão não somente numerosos como as estrelas, mas também co-herdeiros com Ele sobre a terra através de Seu Messias. Abraão mandou Ismael embora, porém manteve Isaque como seu herdeiro. A 1ª expansão de muçulmanos rumo à Europa 'Católica' começou em 711 d.C., quando o bérber, (membro de povo caucasóide originário da África do Norte) Tarik ibn-Ziyad, governador de Tangier (cidade no Marrocos no Estreito de Gibraltar) invadiu e rapidamente conquistou a Espanha Visigótica, também conhecida como Ibéria. Ibéria é da mesma raiz do hebraico, "Iber".

Tarik deu seu nome para "Jabal (monte de) Tarik", ou, como dizemos, Gibraltar - como nas Colunas Gêmeas que adornam o dólar primitivo. Tarik navegou por todo o Estreito a noite e, para não despertar suspeitas utilizou navios visigóticos de desembarque escondidos em Gibraltar. Em 7 anos, a conquista da península foi concluída, vindo a se tornar um dos centros da civilização muçulmana. De forma memorável, por volta de 733 d.C. (22 anos depois) os muçulmanos chegaram a Poitiers, na França. Entretanto a Batalha de Tours interrompeu o avanço muçulmano. A Espanha permaneceu, pelo menos parcialmente, sob controle muçulmano até 1492, quando foi conquistada por Ferdinando e Isabella - os membros da casa real espanhola cuja insígnia está adornada nas colunas do Dólar. 1492 também foi a data da descoberta lendária da América por Cristóvão Colombo.

“Com Granada caiu toda a grandeza da Espanha. Por um breve tempo, na verdade, o reflexo da glória dos Mouros lançou uma luz de conquista sobre a história da terra que uma vez eles haviam aquecido com seu esplendor radiante. A grande época de Isabella, Charles V e Filipe II de Colombo, Cortês e Pizarro, lançou uma última glória sobre os monumentos agonizantes de um estado poderoso quando a abominação da dissolução teve êxito, o domínio da inquisição e a escuridão das trevas na qual a Espanha está mergulhada desde então”. - O Conde, Citado em Prescott ‘Filipe II da Espanha,’ Vol. III.

“Apesar disso, o conhecimento e aprendizado estavam espalhados por todos os lugares, exceto na Europa católica. Numa época em que até reis não podiam ler ou escrever, um rei mouro possuia uma biblioteca privada com seiscentos mil livros. Em uma época em que noventa e nove por cento dos povos cristãos eram completamente analfabetos, a cidade árabe de Córdoba tinha oitocentas escolas públicas, e não existia sequer uma aldeia, dentro dos limites do império, onde as bênçãos da educação não pudessem ser desfrutadas pelos filhos do camponês mais indigente,... e era difícil encontrar até mesmo um camponês mouro que fosse incapaz de ler e escrever." - S.P. Scott em "A História do império Mouro na Europa."

O USS Cole foi atacado em 12 de outubro, Dia de Cristóvão Colombo. Este “feriado” exclusivo norte americano celebra a data de 1492, um ano que testemunhou tanto a expansão infiél rumo ao Novo Mundo sob a direção de Colombo, como a derrota dos muçulmanos em Granada sob os infiéis Católicos espanhóis. O 11 de Setembro ou o ataque de 7/11 trouxe abaixo as "colunas Gêmeas" do todo poderoso dólar americano, abriu uma brecha no útero pentagonal da defesa dos EUA, e re-iniciou a expansão muçulmana, que teve início em 711 d.C.

Osama bin Laden é uma referência à derrota dos muçulmanos em 1492!

"Que o mundo inteiro saiba: jamais aceitaremos que a tragédia de Andaluzia se repita novamente na Palestina", Bin Laden fez esta declaração referindo-se à retomada Cristã da Espanha medieval das mãos dos muçulmanos. "Não podemos aceitar que a Palestina venha a se tornar um estado judaico". OSAMA BIN LADEN – 8 de Outubro 2001, Fox News

Os SÍMBOLOS são utilizados pelos iluminados membros das sociedades secretas para: 1) doutrinar as massas inferiores em um nível inconsciente e 2) sinalizar de forma oculta para seus companheiros "Irmãos de Família", em uma linguagem que será compreendida pelos irmãos da Frer Macons (Maçônaria Livre).

Este é o hieróglifo egípcio para Sírius, invocado pelos irmãos iluminados no ritual do culto à Ísis, Osíris e finalmente Hórus. Segundo os autores maçons Albert Pike & Manly P. Hall, a religião dos irmãos iluminados é revelada no Mito de Ísis, Osíris e Hórus. Observe que o símbolo dividido em três partes para Sírius engloba um obelisco, uma estrela e uma meia cúpula. Torres, Pilares, ou Colunas são todos referências arquitetônicas evocando o mito de Ísis / Osíris e a religião do irmãos iluminados. Essa é uma simbologia reconhecida apenas por * ELES * mesmo que pareça rotineira ao “gado” (povo) comum.


A Conexão 7/11: NOVAMENTE Atlântida

O assassinato em massa de 9/11 (7/11) pareceu ser uma óbvia referência à Gemini (Gêmeos), o signo do zodíaco associado à Mercúrio, o deus que voa pelos céus trazendo informações (conhecimento). O tema de Gêmeos sugere a descendência dualista de Ísis / Sírius, e Rômulo & Remo, os Gêmeos cuja rivalidade está associada à construção das Muralhas de Roma. Eu havia escrito um estudo anterior intitulado "Shakespeare, Kubrick e o Dualismo Gnóstico" discutindo, entre outras coisas, a veneração romana da divindade gêmea combinada Janus, como o Deus das Construções e da Arquitetura.

O simbolismo de Gêmeos = Mercúrio = Hermes = Thoth não foi esquecido pelos Arquitetos que projetaram as Torres Gêmeas do World Trade Center – Mercúrio representando o deus do comércio e Hermes & Thoth representando os aspectos dessa divindade associada ao Conhecimento iluminado (o WTC também foi um Símbolo da Era da Informação). Os Iluminados Rockefellers estavam bem cientes da identidade do Deus do Comércio, assim como os banqueiros que certamente conheciam a origem do símbolo do Poderoso Dólar, vulgarmente conhecido como o signo do dólar. É na origem do dólar americano – com duas colunas enroscadas pela figura de uma serpente - que a relevância da alusão ao signo de Gemini (Gêmeos) – Castor e Pólux, ambos padroeiros gêmeos da Navegação - torna-se clara.

A BUSCA PELAS MAÇÃS DOURADAS, O 11° TRABALHO DE HÉRCULES: Estas maçãs eram cultivadas em um jardim, no extremo norte do mundo, e eram guardadas não somente por um dragão com cem cabeças, chamado Ladon, mas também pelas Hespérides, as ninfas filhas de Atlas, o Titã, que sustentou os céus e a terra sobre seus ombros. Através de astúcias Hércules destruiu LADON o DRAGÃO, e enganou Atlas e suas filhas na prova das Maçãs Douradas. A tradição popular diz que as montanhas Atlas no Marrocos é o local onde o céu nasce sobre os fortes ombros de Atlas.

Enquanto Hesíodo (poeta grego que viveu no século VIII a.C.) dizia que Atlas era o filho de um Titã que rebelou-se contra Zeus, e que as filhas dele guardavam as Maçãs Douradas, existe uma história paralela que conta que os filhos de Atlas se tornaram reis da Atlântida. Nesta história dizia-se que Atlas é o filho de Poseidon, uma afirmação que aparece somente na descrição da Atlântida feita por Platão. O nome Platão significa ombros largos e uma pessoa forte. As duas Colunas Gêmeas entre o Céu e a Terra aludem à localização da Atlântida de Platão, e de forma ainda mais importante para a Nova Atlântida de Francis Bacon. Lord Bacon a batizou com o nome de América, o local da Nova Atlântida – a Atlântida renovada onde o Mundo Antigo poderia reconstruir sua Era Dourada Perdida.

Setembro quer dizer sétimo mês, de modo que a trágica data dos ataques ao WTC poderia ser abreviada como 7/11... Um evento significativo, se alguém estivesse observando a partir da França e para um entusiasta do ocultimo. O número 711 é importante, assim como o ano que testemunhou a invasão dos muçulmumanos ao sítio das Colunas de Hércules (local onde reside a Atlântida de Platão) - Ibéria (Terra dos Ibers ou hebreus), em conflito com o povo muçulmano (os Filhos de Cão), no ano de 711d.C. Os números 7 e 11 não são insignificantes na tragédia do WTC e do Pentágono. Ambos os Vôos 11 e 77 foram números "gêmeos". Atlas, cujas colunas foram temporariamente sustentadas nos ombros por Hércules durante seu 11° Trabalho, também é um lendário rei da Atlântida. Atlântida era governada por 7 grupos de Gêmeos!

Comentários de David Flynn, webmaster do site Watcher:

O ataque às "torres gêmeas" na América simboliza a vingança de Lameque, e a derrubada das instituições - econômicas e espirituais - e dos governos regidos pelos dirigentes norte americanos - O número da vingança de Lameque é 77 (Lameque é o ancestral de Hiram Abiff) – o Vôo 77 atingiu o Pentágono, sobre o meridiano 77.

O suposto mentor por trás dos atentados, Osama bin Laden tem um notável último nome simbólico - Bin = "filho" de Ladon. Ladon é a mítica serpente descrita no 11º trabalho de Hércules, a guardiã da árvore do fruto dourado de Hespérides junto às colunas de Atlas.

O simbolismo ocultista combinado dos números, lugares, pessoas e a SINCRÔNIA envolvidos no "ataque terrorista" é tão consistente com os Mistérios, que simplesmente vai além do mero envolvimento de um grupo isolado de indivíduos. O ato simbólico da destruição das Torres Gêmeas e do Pentágono foi um sacrifício decisivo rumo à consumação do Grande Trabalho – um mundo sob o domínio das forças do Dragão Colérico. Foi um verdadeiro sacrifício de sangue para as forças do Espírito do Anticristo, que está prestes a governar o mundo a partir de Israel. Estas forças atacaram a essência daquilo que melhor os representa - o maior dos sacrifícios que eles podem oferecer – ao fornecerem uma pista simbólica para os anjos rebeldes.

O ataque foi a antítese simbólica da história de Sansão.

Juízes 16:5 - "Então os príncipes dos filisteus subiram a ela (Dalila), e lhe disseram: Persuade-o, e vê em que consiste a sua grande força [Lieth], e como (por quais meios) poderíamos assenhorear-nos dele e amarrá-lo, para assim o afligirmos; e te daremos, cada um de nós, mil e cem (11) moedas (peças) de prata.” (O Vôo 11 atingiu a primeira das torres gêmeas) Juízes 16:28 - Então Sansão clamou ao Senhor, e disse: Senhor Deus, peço-te que te lembres de mim, e fortalece-me agora só esta vez, ó Deus, para que de uma vez me vingue dos filisteus, pelos meus dois olhos.” (o oposto é a história em que Hórus perde um de seus olhos na luta com seu irmão gêmeo Set, o assassino de Osíris). Juízes 16:29 - Abraçou-se, pois, Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa (templo de Dagon), e arrimou-se sobre elas, com a sua mão direita numa, e com a sua esquerda na outra.” Juízes 16:30 - E disse Sansão: Morra eu com os filisteus (de igual modo as torres gêmeas sofreram um ataque suicida). E inclinou-se com (toda a sua) força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela havia (todos os que estavam dentro); e foram mais os mortos que matou na sua morte do que os (aqueles) que matara em sua vida.”

Samson (Sansão) é um anagrama para a palavra Masons (maçons) (o Anagram de Osama Bin = I B a Mason [eu ser maçôn] ). Sansão também derrubou duas colunas do templo de "Dagon" - o deus Peixe / Dragão dos filisteus (o Dragão Ladon no mito grego). Os eventos que levaram o primeiro avião à colidir com as "torres gêmeas" foram colocados em ação por volta das 13:00 horário de Greenwich. 13 é o número de Ísis, cujo símbolo é a estrela de 5 pontas (Pentágono).

Os "Irmãos da Fraternidade" tentaram comunicar à outros irmãos que aproveitariam a oportunidade para saturar seu empreendimento arquitetônico com um tema de imensa riqueza simbólica, e não é nenhuma surpresa que os dois Rockefellers sejam membros dos Illuminati, estando completamente imersos na busca pelo poder que o dinheiro pode lhes proporcionar. Sob a forma do Grande Trabalho, os edifícios do World Trade Center, de propriedade dos Rockefeller, buscavam encarnar os ideais da era moderna, a Era da Informação, e o conceito de Paz Mundial através do Comércio Mundial. Ao ler o capítulo 13 do livro de Apocalipse, você poderá visualizar um prenúncio do Anticristo contido nesses objetivos.

Durante muito tempo têm se acreditado que o pentagrama é uma poderosa proteção contra o mal, um símbolo da guerra que protege tanto aquele que o utiliza assim como o lar. O pentagrama contém cinco divisões agudas protegidas pelo útero em forma de PENTÁGONO no centro – o Pentágono dos EUA está devidamente associado ao conceito de defesa e proteção. Devido à perda simbólica da proteção do Pentágono americano, devemos aguardar por mais ocorrências de ataques bem sucedidos ... Talvez ao longo do meridiano 13, ou, mais provavelmente, à latitude 33 (ou seja, nesse caso as áreas simbólicas podem incluir as cidades de Phoenix, Atlanta e Texas).


9/11/01 (11 de Setembro de 2001): 9 x 111 = 999, as reflexões de Nostradamus

• A quadra X.72 de Nostradamus, uma das pessoas mais notáveis do mundo que viveu durante o século 16: L'an mil neuf cent nonante neuf sept mois, Du ciel viendra um grand Roy d'effrayeur Ressusciter le grand Roy d'Angoulmois Avant apr& egrave;s Mars regner par bonheur.” Traduzindo: o número 1999 - uma referência críptica, não necessariamente o ano de 1999 – talvez "o ano do milênio - 999" SET (o 7º mês), do céu virá um grande e terrível Rei. O grande rei de Angoulmois é revivido. Antes e depois Marte reina ".

• Sibila de Praga, uma anciã que viveu no século 17: "A partir do leste um dragão virá, terrível de se contemplar, pois de seus 9 vezes 99 olhos (1999?), raios mortais serão lançados e um ar venenoso sai de sua boca".

• Alois Irlmaier (1894-1959) era um homem cristão simples que viveu em Freilassing, Alemanha. Durante sua vida, ele deu várias palavras de profecia, todas corretas, ajudando a polícia a descobrir criminosos... Etc. Ele falou sobre a terceira guerra, e segundo ele, esta iria começar em qualquer lugar exatamente após o assassinato de uma grande figura próxima aos árabes, e um outro assassinato nos Balcãs. "Eu vejo três noves, mas não sei o que isso significa."

Retirado e traduzido livremente de:

http://www.mt.net/%7Ewatcher/columbuscorrelations.html

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Os "Dias de Noé" e O livro de Enoque - Nefilins e Aliens

Filhos de Deus e Filhas dos homens

Artigo redisponibilizado a partir das misteriosas reflexões do site www.bluebrother.com, as quais estou bastante certo, de que ele achou no livro do autor cristão I.D.E. Thomas, The Omega Conspiracy, disponível no site www.amazon.com


"O desejo dos demônios por um corpo, evidente nos Evangelhos, oferece pelo menos algum paralelo à esta fome por experiência sexual." -Derek Kidner


"Em 1947 um menino árabe que cuidava de suas ovelhas, acidentalmente descobriu uma caverna antiga perto do Mar Morto, no que se revelou uma coleção inestimável de rolos de pergaminhos antigos que logo foram conhecidos como os Pergaminhos do Mar Morto ou os Textos de Qumran. Entre estes escritos encontrava-se um, conhecido como Gênesis Apócrifo. No princípio pensava-se que era o Livro perdido de Lameque. Entretanto tratava-se do rolo de pergaminho contendo um discurso de Lameque e uma história sobre alguns dos patriarcas, de Enoque à Abraão. Enfim, não era esse o livro.

De acordo com a Bíblia, Lameque era o filho de Matusalém e o pai de Noé. Ele foi o 9° dos dez patriarcas do mundo antedilúviano.

Porém, é significativo que o Gênesis Apócrifo mencione os Nefilins e, faça referência aos "filhos de Deus" e às "filhas dos homens" apresentados em Gênesis 6. O Apócrifo também elabora consideravelmente, a partir das declarações sucintas achadas na Bíblia e, fornece valiosas descobertas sobre a forma como estas histórias antigas foram interpretadas pelos antigos judeus.

A cópia do Gênesis Apócrifo descoberto em Qumran remonta ao 2º século a.C., mas esse manuscrito estava obviamente baseado em fontes muito mais antigas. Quando foi descoberto em 1947, tinha sido bastante mutilado pelas devastações causadas pela ação do tempo e da umidade. As folhas haviam ficado tão grudadas que anos se passaram antes que o texto fosse decifrado e divulgado. Quando os estudiosos finalmente tornaram público seu conteúdo, o documento confirmava que seres celestiais dos céus haviam pousado no planeta Terra. Mais do que isso, contava como estes seres haviam se acasalado com as mulheres da Terra e estas gerado gigantes.

Esta narrativa é mito ou história? fábula ou fato? Uma pesquisa específica revela que muitas lendas antigas têm uma base na realidade. Mas para responder a pergunta, vamos consultar o documento de maior autoridade conhecido pelo homem - a Bíblia.

Em Gênesis 6:1-4 os "filhos de Deus" são atraídos pela beleza das "filhas dos homens." Posteriormente eles se unem à essas mulheres e produzem uma descendência de gigantes conhecida como Nefilim. O livro de Gênesis prossegue afirmando que estes Nefilins foram os " poderosos homens " e os "homens de fama."

"Filhos de Deus? Filhas dos homens?" Que tipo de seres eram estes? Eles eram humanos ou pertenciam à uma espécie alienígena do espaço exterior?


IDENTIFICANDO OS FILHOS DE DEUS

Não há nenhum problema em identificar as "filhas dos homens" pois este é um método familiar de designar as mulheres na Bíblia. O problema está com os "filhos de Deus." Foram oferecidas três principais interpretações para esclarecer esta enigmática designação.

Primeiro, um grupo dentro do Judaísmo ortodoxo teorizou que "filhos de Deus" significava "nobres" ou "magnatas." Quase ninguém hoje aceita esta visão.

Em segundo lugar, alguns interpretam os "filhos de Deus" como anjos caídos. Estes foram tentados pelas mulheres da Terra e começaram a cobiçá-las. Muitos comentaristas Bíblicos respeitáveis têm rejeitado esta teoria de base psico-fisiológica. Como alguém pode acreditar, eles perguntam, que anjos do Céu pudessem se envolver em relações sexuais com mulheres da Terra? Filástrio rotulou tal interpretação como uma heresia baixa.

Em terceiro lugar, muitos estudiosos famosos sustentam que os "filhos de Deus" são os descendentes masculinos de Sete, e que as "filhas dos homens" são as descendentes femininas de Caim. De acordo com esta visão, o que aconteceu na verdade em Gênesis 6 foi um dos primeiros exemplos do casamento de crentes com incrédulos. Os bons filhos de Sete casaram-se com as más filhas de Caim e o resultado destes matrimônios mistos foi uma descendência mestiça. Estes, posteriormente tornaran-se conhecidos por sua decadência e corrupção; realmente, a situação alcançou um grau tal que Deus foi forçado a intervir e destruir a raça humana. Este comentário de Matthew Henry poderia ser tomado como representante daqueles que sustentam esta visão:

"Os filhos de Sete (isto é, os mestres da religião) se casaram com as filhas dos homens, ou seja, aquelas que eram profanas e estranhas à Deus e à piedade. A posteridade de Sete não preservou a sí mesma, como deveriam ter feito. Eles se misturaram com a raça excomungada de Caim." (1)

No entanto, apesar da excelente estirpe dos proponentes desta teoria, seus argumentos não são convincentes. Sua interpretação é pura questão de exegese - eles são culpados de lerem o que óbviamente não está no texto.


FALSA EXEGESE

Sua interpretação falha em outras áreas também. Em nenhum momento, antes ou depois do Dilúvio, Deus destruiu ou ameaçou destruir a raça humana por causa do pecado de "matrimônios mistos." É impossível conciliar esta punição extrema com as meras críticas severas verbais, encontradas em outras partes na Bíblia para a mesma prática. Se Deus tivesse de ser coerente, Ele deveria então ter destruído a raça humana várias vezes!

O contraste feito em Gênesis 6:2 não está entre os descendentes de Sete e os descendentes de Caim, mas entre os "filhos de Deus" e as "filhas dos homens." Se por "filhos de Deus" subentendesse "filhos de Sete", então somente os filhos de Sete estavam envolvidos em matrimônios mistos, e não as filhas. E só as filhas de Caim estavam envolvidas, e não os filhos. E outra suposição estranha é incluída: que apenas os filhos de Sete eram piedosos, e só as filhas de Caim eram más.

A estranheza é agravada quando se busca indícios de que os filhos de Sete eram piedosos. Sabemos a partir da leitura de Gênesis que quando chegou o tempo para Deus destruir a raça humana, Ele achou somente uma família piedosa restante entre eles - a família de Noé. Onde estavam todos os outros, supostamente, piedosos filhos de Sete? Até mesmo o próprio filho de Sete dificilmente poderia ser chamado de justo. O nome dele era Enos, que significa "mortal" ou "frágil." E ele certamente viveu até o tempo do Dilúvio! Lemos em Gênesis 4:26 "E a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do Senhor." Esta afirmação parece bastante inofensiva, mas o que significa quando o texto diz que só agora os homens começaram a invocar o nome do Senhor? A quem invocou Adão? E Abel? E o próprio Sete?

Alguns eruditos nos dão uma tradução mais literal e exata para este verso: "Então os homens começaram a chamar a sí próprios pelo nome de Jeová." Outros estudiosos traduzem a declaração desta maneira: "Então os homens começaram a chamar seus deuses (ídolos) pelo nome de Jeová." Se nenhuma destas é a tradução correta então a evidência para a denominada linhagem piedosa de Sete é inexistente. A verdade é que Enos e sua linhagem, com poucas exceções conhecidas, eram tão impiedosos quanto as outras linhagens. O registro divino não poderia ser mais claro: "toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra." (Gênesis 6:12b)

No Antigo Testamento, a designação "filhos de Deus" (Bene Elohim) nunca é usada para se referir à humanos, mas sempre para designar seres sobrenaturais que são mais elevados que o homem porém inferiores à Deus. Para se encaixar nesta categoria, apenas uma espécie é conhecida - anjos. E o termo "filhos de Deus" aplica-se tanto para anjos bons como aos anjos maus. Estes são os seres de quem Agostinho escreveu:

"Como os deuses eles possuem imortalidade corpórea, e paixões como seres humanos." (2)

A atribuição "filhos de Deus" é usada outras quatro vezes no Antigo Testamento, cada vez se referindo aos anjos. Um exemplo é Daniel 3:25, onde o rei Nabucodonozor olha para a fornalha ardente e vê quatro homens, "e o aspecto do quarto é semelhante ao Filho de Deus." A tradução é diferente e mais clara em nossas versões modernas, "como um filho dos deuses." Uma vez que Jesus ainda não havia se tornado o "unigênito filho" de Deus, este "filho" teria que ser angelical.

Outro exemplo é Jó 38:7 que diz que os filhos de Deus jubilavam de alegria quando Deus lançou as fundações da Terra. Anjos são as únicas entidades que se enquadram nesta designação, considerando-se que o homem não havia sido criado naquele momento!

Em Jó 1:6 e 2:1 os "filhos de Deus" vieram se apresentar perante o Senhor no Céu. Entre os filhos de Deus está Satanás - uma conclusão adicional de que os "filhos de Deus" devem ter sido anjos. Considerando-se que a designação "filhos de Deus" é sistematicamente utilizada no Antigo Testamento para anjos, é lógico concluir que o termo em Gênesis 6:2 também refere-se à anjos.


FILHOS DE DEUS: TRÊS CATEGORIAS

No Novo Testamento, os crentes nascidos de novo em Cristo são chamados de filhos de Deus (Lucas 3:38, João 1:12, Romanos 8:14, 1 João 3:1). O Dr. Bullinger declara na Companion Bible (Bíblia de companhia): "É somente pelo ato específico divino da criação que qualquer ser criado pode ser chamado de ‘filho de Deus’. Isto explica por que todo crente nascido de novo é um filho de Deus. Também explica por que Adão era um filho de Deus. Adão foi especificamente criado por Deus, "à semelhança de Deus o fez." (Gênesis 5:1). Os descendentes de Adão, no entanto, eram diferentes; eles não foram feitos à semelhança de Deus, mas à semelhança de Adão. Adão "gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem" (Gênesis 5:3). Adão era um 'filho de Deus', mas os seus descendentes eram 'filhos dos homens."

Lewis Sperry Chafer expressa isto de um modo interessante quando afirma:

"Na terminologia do Antigo Testamento anjos são chamados de filhos de Deus enquanto que os homens são chamados de servos de Deus. No Novo Testamento isto é invertido. Anjos são servos e os cristãos são os filhos de Deus." (3)

Sendo assim, fica claro que o termo "filhos de Deus" na Bíblia é limitado a três categorias de seres: anjos, Adão e crentes nascidos de novo. Todos os três são criações especiais e específicas de Deus. Quanto à utilização do termo em Gênesis 6, uma vez que não há possíbilidade de se referir à Adão nem aos crentes em Cristo, concluímos que o texto tem de se referir aos anjos criados por Deus.


LUZ DO NOVO TESTAMENTO

Duas passagens do Novo Testamento lançam mais luz sobre Gênesis 6. Elas são Judas 6-7 e 2 Pedro 2:4. Estes versos indicam que em algum ponto no tempo uma série de anjos desceram de seu estado original e proseguiram à cometer um pecado sexual que era tanto incomum quanto repugnante. Judas 6-7 declara:

"E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne..."

Estes anjos não só não conseguiram manter seu domínio original e autoridade, mas eles "abandonaram sua própria habitação." Habitação é uma palavra importante: significa "local de morada" ou "céu." E o acréscimo da palavra grega "idion" ("suas próprias") significa que eles deixaram suas próprias possessões privativas, pessoais e exclusivas. (4) O céu era a residência pessoal e privada dos anjos. Não foi feito para o homem, mas para os anjos. Esta é a razão pela qual o destino final dos santos não será o Céu mas a nova e perfeita Terra que Deus irá criar (Apocalipse 21:1-3). O Céu está reservado para os anjos, mas quanto aos seres referidos em Judas 6-7, estes abandonaram sua habitação.

Não somente estes anjos deixaram o Céu, eles o abandonaram de uma vez por todas. O verbo grego "apoleipo" está no tempo aorista (N.T.: algo semelhante ao pretérito perfeito na língua portuguesa), indicando assim uma única ação decisiva. Ao agir dessa forma, estes anjos tomaram uma decisão definitiva e irreversível. Eles entregaram o segredo. A ação deles, diz Kenneth Wuest, "foi apostasia com ímpeto." (5)

Quanto ao pecado específico destes anjos, nos são dadas as circunstâncias em Judas 7. Como no caso de Sodoma e Gomorra era o pecado da "fornicação" que significa "ir após outra carne (estranha)." "outra (estranha)" significa um tipo diferente de carne ("heteros" no grego). Para cometer este pecado particularmente repugnante, os anjos tiveram que abandonar sua própria esfera de ação e invadir um domínio que foi divinamente proibido à eles. Wuest diz:

"Estes anjos transgrediram os limites de sua própria natureza ao invadir um domínio de criaturas de uma natureza diferente." (6)

Alford confirma:

"Foi um abandono do curso designado da natureza e uma busca após o que não é natural, indo após outra carne, diferente daquela que Deus designou para o cumprimento do desejo natural."

A mistura destas duas categorias de seres, foi contrária ao que Deus havia pretendido e sumariamente conduziu ao maior ato de julgamento de Deus, nunca antes decretado sobre a raça humana.


TENTANDO OS ANJOS

Outro versículo do Novo Testamento pode ter ligação com Gênesis 6. Em I Coríntios 11:10, Paulo instrui que uma mulher deve cobrir sua cabeça como um sinal de submissão ao marido, e também "por causa dos anjos." Esta observação têm intrigado os comentaristas através dos anos. Por que esta súbita referência aos anjos? Poderia ser uma alusão ao que aconteceu em Gênesis 6 onde anjos sucumbiram às tentações e charme físico das mulheres da Terra? Óbviamente, Paulo acreditava que uma mulher descoberta era uma tentação até mesmo para os anjos. William Barclay menciona uma velha tradição rabínica que alega que foi a beleza dos cabelos longos das mulheres que atraiu e tentou os anjos em Gênesis. (6)


PARENTESCO ESTRANHO

A descendência desta união entre os "filhos de Deus" e as "filhas dos homens" foi tão extraordinária que isso indica uma origem incomum. De maneira alguma poderiam os progenitores de tais criaturas serem humanos normais. Suas mães possivelmente poderiam ser humanas ou seus pais, mas certamente não ambos. Ou o pai ou a mãe tinham de ser superhumanos. Somente assim é possível descrever a natureza e coragem extraordinárias dessas criaturas.

A lei estabelecida por Deus para reprodução, de acordo com a narrativa bíblica da criação, é "tudo conforme a sua espécie." A lei de Deus torna impossível que gigantes sejam produzidos através de união normal. Para produzir tais monstruosidades como os Nefilims, pressupõe-se parentesco sobrenatural.


GIGANTES?

"Nefilim" é uma palavra hebraica traduzida na versão Autorizada do Rei Thiago (King James Version) como "gigantes." "Havia naqueles dias gigantes na terra" (Gênesis 6:4). É bem verdade que eles eram gigantes em mais de um sentido. Porém, a palavra Nefilin não quer dizer "gigantes". Ela vem da raiz "naphal", que significa "os caídos" e a maioria das versões modernas da Bíblia não traduziram a palavra "Nefilim".

Quando a Septuaginta grega foi produzida, "Nefilim" foi traduzido como "gegenes." Esta palavra sugere "gigantes" mas na verdade faz pouca alusão ao tamanho ou força. "Gegenes" quer dizer "nascido da terra." O mesmo termo foi usado para descrever os míticos "Titãs" - sendo estes em parte de origem celestial e em parte de origem terrestre. (7)

As palavras hebraicas e gregas não excluem a presença de grande força física. Na verdade, uma combinação de parentêsco sobrenatural e natural insinuaria tal característica. Anjos, de acordo com a Escritura, são conhecidos por sua força. Eles são freqüentemente chamados de "filhos do Todo Poderoso" (Salmo 103:20). Portanto, se aquele que gerou os anjos é forte e poderoso, pode se supor que os descendentes destes seres eram igualmente fortes e poderosos.

Não existe nenhuma evidência nas Escrituras de que os descendentes de matrimônios mistos (entre crentes e incrédulos) tenham sido gigantes, excedendo em grande força e poder. Nenhuma evidência pode ser encontrada em qualquer lugar na história para essa questão. Tal interpretação propõe suposições impossíveis.

Quando a palavra "Nefilim" é usada em Números 13:33, a questão do tamanho e força está explícita. Aqui não há nenhuma dúvida quanto a coragem sobre-humana deles. Quando os espiões de Josué voltaram de Canaã com informações, eles chamaram alguns dos habitantes de Canaã de "gigantes." "Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos."

Alguns comentaristas têm especulado que os Nefilins de Números 13 pertenciam à uma segunda explosão de anjos caídos, uma vez que os antigos Nefilins haviam sido destruídos no Dilúvio. E eles vêem uma referência á isso em Gênesis 6:4, onde declara que "Havia naqueles dias Nefilins na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens." Será que esse "e também depois" seria uma referência aos Nefilins encontrados em Canaã durante a entrada dos Israelitas na terra prometida? Nesse caso, isso poderia explicar por que Deus determinou o total extermínio dos Cananitas, assim como quando na antiguidade Ele havia ordenado a quase total aniquilação da raça humana.


NEFILIM - NENHUMA RESSURREIÇÃO

O Livro de Isaías diz que os Nefilins e seus descendentes não participarão de uma ressurreição, pois esta é a porção dos mortais comuns. Em Isaías 26:14 lemos: "Morrendo eles, não tornarão a viver; falecendo, não ressuscitarão." A palavra no original hebraico traduzida aqui por "falecido", é a palavra "Refaim". Muitas más interpretações seriam evitadas caso os tradutores tivessem deixado a palavra como estava no original. A leitura correta do verso é: "Mortos, não tornarão a viver; Refaim, não tornarão a ressucitar." Geralmente entende-se os Refains como sendo um dos ramos dos Nefilins e a Palavra de Deus deixa claro que eles não participarão em nenhuma ressurreição. Mas com os humanos é diferente: todos os humanos serão ressuscitados ou para a vida ou para condenação. (John 5:28-29)

Já vimos que a Versão grega do Antigo Testamento (a Septuaginta) traduziu "Nefilim" como "gegenes"; Agora vamos investigar como se traduz "filhos de Deus." Em alguns dos manuscritos antigos é deixado como "filhos de Deus", mas em outros - incluindo o texto Alexandrino - é representado pela palavra "angelos". Este texto já existia no tempo de Cristo, mas não há nenhuma indicação de que o Senhor tenha corrigido ou questionado ele. Não podemos assumir, a partir do silêncio de Jesus, que Ele estivesse de acordo com essa tradução!


VIOLAÇÃO DO TEXTO

Após ter estudado todos os argumentos a favor de "filhos de Sete", a pessoa conclui que o único argumento válido entre eles é o da racionalidade. "Filhos de Sete" é uma interpretação mais apropriada à razão humana. A razão nunca pode aceitar a noção incrível de que anjos caídos poderiam ter relações sexuais com mulheres da Terra. Anjos não têm corpos físicos! Eles não se casam! Eles pertencem a uma espécie completamente diferente de seres! A mente humana se revolta contra tal absurdo. Portanto, o que fazer? Determina-se, claro, uma interpretação fácil, racional - filhos de Sete e filhas de Caim. Mas, e se o significado da Escritura for nitidamente o contrário? Existe o embaraço! A própria Bíblia é claramente contrária a qualquer interpretação racional! Impor uma interpretação humana em detrimento do significado óbvio da Palavra divina, é uma violação do texto bíblico. Além disso, quando se lida com o mundo do sobrenatural, racionalidade nunca será um argumento.


PATRIARCAS JUDEUS E OS PAIS DA IGREJA

Os Patriarcas judeus, ao interpretarem esta expressão de Gênesis 6:2, invariavelmente a interpretavam como "anjos." Ninguém menos que a autoridade no assunto W.F. Allbright nos diz que:

"Os Israelitas ao ouvir esta seção (Gênesis 6:2) a recitavam, inquestionavelmente, pensando no relacionamento sexual entre anjos e mulheres." (8)

Filo de Alexandria, um homem profundamente religioso, escreveu um tratado breve, mas bonito sobre este assunto, chamado "Relativo aos Gigantes." Baseando sua exposição na versão grega da Bíblia, ele os apresenta como "Anjos de Deus." Diz Bamberger, "Se ele encontrasse a frase 'filhos de Deus' em seu texto, com certeza teria se inspirado a fazer comentários sobre ela." (9)

Filo certamente considerou a passagem de Gênesis como histórica, explicando que da mesma maneira que a palavra "alma" se aplica à criaturas boas e más, o mesmo ocorre com a palavra "anjo." Os anjos maus que seguiram Lúcifer, em um momento posterior no tempo não resistiram à atração física do desejo e sucumbiram. Ele prossegue dizendo que a história dos gigantes não é um mito, mas está lá para nos ensinar que alguns homens são nascidos da terra, enquanto outros são nascidos do céu - e os mais elevados são nascidos de Deus. (10)

Os Pais de Igreja primitiva acreditavam da mesma maneira. Homens como Justino Mártir, Irineu, Atenágoras, Tertuliano, Lactantius, Eusébio, Ambrósio...todos adotaram esta interpretação. Nas palavras dos Pais Ante-Nicenos, os anjos cairam "em amor impuro de virgens e foram subjugados pela carne... desses amantes de virgens, portanto, foram gerados aqueles que são chamados gigantes." (11) E novamente, "...os anjos transgrediram e foram seduzidos pelo amor de mulheres e geraram filhos." (12)

Em lugar algum antes do 5º século d.C. vamos encontrar qualquer interpretação para "filhos de Deus" diferente daquela dos anjos. Não podemos negar o conhecimento da terminologia própria dos Patriarcas judeus! Eles invariavelmente traduziram "filhos de Deus" como "anjos." O testemunho de Flávio Josefo, aquele imprevisível cosmopolita e historiador, também é de suma importância. Em sua monumental obra, "Antiguidades Judaicas", ele revela sua familiaridade com a tradição dos anjos caídos que tiveram relações com as mulheres da Terra. Ele não somente conhecia a tradição, mas nos conta como os filhos dessa união possuíam força sobre-humana e eram conhecidos por sua extrema maldade. "Pela tradição, estes homens fizeram o que se assemelhava aos atos daqueles homens que os Gregos chamavam de gigantes." Josefo prossegue acrescentando que Noé protestou contra esta descendência dos anjos por causa da tirania deles. (13)

Talvez o argumento mais conclusivo para interpretar a expressão "anjos" seja o mais simples de todos. Se o escritor de Gênesis quisesse se referir aos "filhos de Sete" ele teria dito isso. Se Deus tivesse pretendido esse significado, então o versículo sem dúvida seria lido da seguinte forma, "os filhos de Sete viram que as filhas de Caim eram formosas..." Mas a Bíblia indicou algo mais sinistro - a união sexual entre anjos do Inferno e mulheres ímpias da Terra.

Por causa da gravidade de tal união e, suas conseqüências horrendas para a raça humana, Deus moveu-se para destruir a raça humana antes que ela pudesse destruir a si mesma - exceto por uma família que não havia sido contaminada.


O ÚLTIMO PECADO

Deus criou o homem à Sua própria imagem, a maior de todas as Suas criações terrestres. Embora Deus tenha dito que tudo o que fez era bom, Ele considerou o homem muito bom. O homem foi criado para ter comunhão com o próprio Deus, mas logo deu as costas e adorou a criatura mais que o Criador. Antes de muitas gerações, a raça humana estava sendo poluída por esta união abominável com demônios. Parecia que o Inferno e a Terra estavam unidos contra o Deus dos Céus. A ira justa de Deus foi tal que Ele se arrependeu de haver criado o homem.

"E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra..."(Gênesis 6:5-6)

Foi especificamente por causa deste último pecado que Deus provocou um dilúvio de tal magnitude, que foram submergidos o homem e os animais da face da Terra. Nas palavras do velho bispo inglês Joseph Hall:

"O mundo estava tão coberto com a imundície do pecado, que Deus viu que era hora de lavá-lo com uma inundação: e assim, fez a maldade se apegar aos autores destes pecados, que quando eles foram varridos para o nada, ainda assim não seriam levados tão facilmente, sim, eles estavam tão arraigados à terra, que Deus viu que teria de reuni-los a fim de deixá-los submersos debaixo das águas durante muitos dias." (14)


NOÉ ESTAVA IMUNE?

A razão pela qual Noé e seus familiares mais próximos foram os únicos imunes à este grande julgamento é muito significativo. Gênesis 6:9 diz, "Noé era homem justo." Ele se destacou como um exemplo de retidão e piedade em uma época de perversidade. Como Enoque antes dele, Noé também "caminhou com Deus." Mas havia outra razão pela qual Noé foi poupado, uma que parece ter escapado à maioria dos comentaristas. Gênesis 6:9 diz que Noé foi "perfeito em suas gerações." Será que isto significa perfeição moral e espiritual? Dificilmente. Gênesis 9:20-23 contesta tal perfeição. O que, então, a Bíblia quer dizer quando o chama de "perfeito?" A palavra hebraica para perfeição nesse caso é "tamiym" e vem da raiz "taman". Isto significa "sem mácula", como em Êxodo 12:5, 29:1 e Leviticos 1:3. Da mesma maneira que o cordeiro expiatório não poderia ter qualquer mancha física, assim era a perfeição de Noé. Em seu significado fundamental, "perfeição" não se refere à qualquer atributo moral ou espiritual, mas à pureza física. Noé não havia sido contaminado pelos invasores estrangeiros. Ele havia preservado sua genealogia e a preservou pura, apesar da corrupção que prevalecia, provocada pelos anjos caídos. (15)

e novamente:

A linhagem sanguínea de Noé havia permanecido livre de contaminação genética. (16)

Isto implica, naturalmente, que todas as outras famílias da Terra haviam sido contaminadas pelos Nefilins. Também prova que o ataque de Satanás à raça humana tinha sido muito mais abrangente do que pode ser compreendido. Não admira que Deus tenha pronunciado tal ordem de julgamento universal.

Quanto aos anjos caídos que participaram da abominação, Deus os aprisionou, "reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia" (Judas 6). Isto por vezes é interpretado como o Tártaro (Inferno) ou os "reinos inferiores" (2 Pedro 2:4). Isto explicaria também por que alguns anjos caídos estão aprisionados e por que outros estão livres para vagar pelos céus e atormentar o gênero humano.

Essa punição drástica, para homens e anjos, pressupunha um pecado drástico, algo infinitamente pior e mais sinistro do que matrimônios mistos. Não era nada menos que o reino demoníaco tentando perverter o mundo humano. Através do controle genético e da produção de híbridos, Satanás estava a ponto de privar Deus das pessoas que Ele havia criado para Si mesmo.

Se Satanás tivesse tido sucesso em seu plano de corromper a raça humana, ele teria impedido a vinda do perfeito Filho de Deus, a prometida "semente da mulher" que derrotaria o Diabo e restabeleceria o domínio do homem na Terra (Gênesis 3:15). Se Satanás tivesse por qualquer meio impedido aquele nascimento, naturalmente ele teria evitado a própria destruição. Satanás teve sucesso em grande escala. Foi por este motivo que Deus submergiu o gênero humano no Dilúvio.


ANJOS NÃO TÊM SEXO?

Interpretando os "filhos de Deus" como anjos caídos, a pergunta que surge imediatamente é - anjos se casam? Em Mateus 22:30, Jesus disse que os anjos nem se casam nem são dados em casamento. Esta parece ser uma negativa clara e enfática. No entanto, não impede a possibilidade de que tal coisa aconteça - obviamente contrariando a vontade de Deus. E não impede os anjos caídos, que já haviam se rebelado contra Deus, de coabitar com mulheres da Terra, como as Escrituras declaram.

Alguns interpretam as palavras de Jesus no sentido de que os anjos não se casam entre si. Será que é por que todos eles são do sexo masculino? Ou será que é por que seres celestiais são imortais e assim não necessitam de descendência. Somente criaturas terrestres precisam encontrar imortalidade em seus filhos. (17) mas se eles não precisam se casar e procriar, seria ainda possível que eles pudessem se envolver em atos sexuais? Se não entre si, então com parceiras humanas? Judas parece bastante explícito sobre o assunto: os anjos deixaram sua própria habitação e se entregaram à fornicação, indo após outra carne. Em outras palavras, eles eram capazes de executar funções humanas - comer, beber, caminhar, falar, até mesmo praticar atividades sexuais e gerar filhos.

O fato de anjos não se casarem não prova por si só que eles sejam assexuados. Ao longo da Bíblia, anjos são referidos apenas como homens. Finis Drake escreve: "É lógico dizer...que a mulher foi criada específicamente para que a raça humana pudesse ser mantida em existência; e que todos os anjos foram criados machos, tanto que sua espécie é mantida em existência sem o processo de reprodução. No início foram criados muitos milhares de anjos (hebreu 12:22) enquanto que, as multidões humanas começaram apenas com um par de pessoas." (18)

Mesmo no mundo vindouro, quando os santos habitarão em seus corpos ressurretos, vivendo eternamente, isso não significa que eles serão assexuados. A Bíblia ensina que todos terão seus próprios corpos na ressurreição (1 coríntios 15:35-38). Além disso, Cristo permaneceu um homem após Sua ressurreição.


DEMÔNIOS EM TODO LUGAR

Uma outra questão foi levantada. Se os anjos caídos que cobiçaram as mulheres da Terra em Gênesis 6 foram lançados no Tártaro em "cadeias eternas", como se explica os demônios que têm operado no mundo desde então? Eles pareciam ter sido bastante ativos durante o ministério de Jesus e estão ocupando novamente nossos dias. Seguindo este raciocínio, alguns compartilham a conclusão de Kent Philpott:

'Entretanto se alguém quiser interpretar Gênesis 6:1-4 para ligar esta passagem com os versos em 2 Pedro e Judas, irá levantar muito mais perguntas do que respostas. Mas 2 Pedro 2:4 e Judas 6 afirmam claramente que os anjos rebeldes estão sendo mantidos prisioneiros nas "trevas inferiores." Se eles são prisioneiros, eles não poderiam atuar como os demônios descritos no Novo Testamento.' (19)

Mas Philpott falhou em compreender que há duas categorias de anjos caídos: Aqueles expulsos do Céu juntamente com Lúcifer e que ainda estão livres para atormentar o gênero humano; e aqueles que cairam uma segunda vez cometendo atos carnais com as filhas dos homens. Os espíritos nesta segunda categoria são aqueles aprisionados nas regiões inferiores.

Parece claro para mim que os "filhos de Deus" são ninguém menos que os anjos caídos, e, por causa do pecado adicional deles de cobiçarem as "filhas dos homens", muitos foram aprisionados por Deus. Tanto a próxima aniquilação da raça humana como o encarceramento dos anjos caídos no Tártaro indica a magnitude do pecado que eles cometeram. Através de tal julgamento drástico, Deus salvou a raça humana de uma calamidade pior que a morte física, originalmente imposta à eles."


Notas:

l. Matthew Henry's Commentary (Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1961).
2. Aurelius Augustine, The City of God (Edinburgh: T. & T. Clark, 1949), Transl. Marcus Dods.
3. Lewis Sperry Chafer, Systematic Theology, Volume 2. (Dallas: Dallas Seminary Press, 1947), p. 23.
4. Kenneth S. Wuest, Word Studies in the Greek N.T (Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., 1966), Vol. 4, p. 240.
5. Ibid., p. 240.
6. Ibid., p. 241.
7. Unger, Biblical Demonology (Wheaton: Van Kampen Press, 1957), p. 48.
8 W. F. Allbright, From the Stone Age to Christianity (Baltimore: John Hopkins Press, 1940), p. 226.
9. Bemard J. Bamberger, Fallen Angels (Philadelphia: The Jewish Publication Society of America, 1952), p. 53.
10. Philo, DeGigantibus, pp. 58-60.
11. The Ante-Nicene Fathers, Vol. 8, pp. 85 and 273.
12. Ibid., p. 190.
13. Josephus, The Work of Flavius Josephus; Antiquities of the Jews (London: G. G. Rutledge), 1.3.1.
14. Joseph Hall, Contemplations (Otisville, Michigan: Baptist Book Trust, 1976), p. 10.
15. Companion Bible (Oxford University Press). Appendix 26.
16. The Gospel Truth Magazine, Vol. 18, (June 1978), No. 7.
17. Dr. Morgenstem, Hebrew Union College Annual, XIV, 29- 40,114ff.
18. Finis Dake, Annotated R,?ference Bible, p.63.
19. Kent Philpott, A Manual of Demonology and the Occult (Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1973), pp. 77-78.


Extraído e traduzido livremente de: http://www.mt.net/~watcher/enoch5.html

Tribulação, Arrebatamento & o Milênio.

a 70ª Semana de Daniel

Um estudo dos eventos que conduzem até o Armagedom, normalmente chamado de A Grande Tribulação ou o Tempo da Angústia de Jacó (uma vez que este período lida com Israel, Jerusalém e o templo de Jerusalém), parece mais relevante com a aproximação do Milênio. Tais ocorrências como a "Vinda do Anticristo", o restabelecimento do sacrifício do templo de Israel em Jerusalém, a "abominação da desolação" e a ressurreição dos mortos, são ressaltadas na profecia Bíblica. Mais especificamente no livro de Daniel. Daniel contém um cronograma profético que deve ser tomado literalmente (Daniel 8:26). Ao examinar a profecia dada a Daniel relativa à Tribulação, a 70ª Semana de Daniel, & a "Vinda do Anticristo", pode-se deduzir um cronograma exato mostrando as estações à espera do cumprimento profético. A cronologia da 70ª Semana de Daniel é coerente com o cumprimento profético de Deus dentro dos dias das Festas de Israel.


Profecia Bíblica - 360 dias por Ano.

Embora o calendário judaico moderno seja aproximadamente similar aos 365 dias do nosso calendário solar, os eventos da 70ª Semana de Daniel, como todo o cumprimento das profecias da Bíblia, acontecerá dentro dos bíblicos e proféticos 360 dias por ano.


"E ele firmará aliança com muitos por uma semana (7 anos); e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação." - Daniel 9:27


A aliança tem de acontecer sobre o sacrifício do templo, se este estiver destruído quando ele (o anticristo), fizer o sacrifício cessar! O tratado de sete anos de Daniel 9:27, assinado entre Israel e o Anticristo, permite que o templo seja reconstruído. Isto exigirá não somente um reavivamento da tradição com o sacrifício do templo, mas a reintrodução do calendário no qual eles celebram seus dias festivos - um calendário Bíblico de 360 dias. Porém, quer os judeus observem ou não o calendário de dias festivos, Deus irá cumprir Sua profecia dentro de Seu próprio prazo profético.

Daniel 7:25 mostra que o poder do Anticristo sobre as nações durará três anos e meio Bíblicos. Apocalipse 13:5 & 11:2 mais adiante, descrevem este poder sobre as nações como consistindo em quarenta e dois meses, um total de 1.260 dias.


Simples Adição & Subtração

Considerando os 7 anos de Daniel. O tratado é igual a 2.520 dias, a "metade" desse período cai para os 1.260 dias. Mais adiante Daniel 12:11 descreve a linha de tempo da tribulação, "E desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias." Isto acrescenta 30 dias ao final dos sete anos.


"Até quando durará a visão do sacrifício contínuo, e da transgressão assoladora, para que sejam entregues o santuário e o exército, a fim de serem pisados?" - Daniel 8:13


Ou seja, qual a duração combinada tanto do sacrifício regular no Monte do Templo, e o período de desolação?

"Por 2.300 noites e manhãs, (um dia judaico começa ao pôr-do-sol, uma noite e uma manhã fazem parte de um dia) e o santuário será purificado." - ênfase adicionada


Qual é a duração, então, do sacrifício regular - o período de tempo em que

será permitido aos judeus em Israel uma vez mais sacrificar no Monte do Templo em Jerusalém?


Sabemos a duração da abominação da desolação, 1.290 dias, e que esta irá começar exatamente a partir da metade dos 7 anos. Após 7 anos, 30 dias depois da assinatura do tratado, a desolação termina, de modo que tem que ser o ponto a partir do qual são contados 2.300 dias para trás. Se o período de 1.290 dias da desolação for subtraído da duração combinada do sacrifício e da desolação, 2.300 dias, restam 1.010 dias do início do sacrifício até sua interrupção. O período do sacrifício do templo dura 1.010 dias até o dia em que o Anticristo interrompe o sacrifício diário e pratica a abominação, na metade do tratado dos 7 anos, dia 1.260.

De acordo com a cronologia de Daniel, isto deixa 250 dias restantes do início do tratado de sete anos, para o verdadeiro início do sacrifício diário realizado pelos sacerdotes Levitas. Ou seja, uma vez que o tratado, permitindo novamente o início do sacrifício em Jerusalém, é assinado, haverá quase um ano - 250 dias - antes que o público veja de fato o sacrifício realizado. Por que haveria 250 dias entre o tratado que permite o sacrifício no templo e o início efetivo do sacrifício regular?

Existem exatamente 250 dias entre a Festa da Páscoa, 14º Nisan, e a Festa da Dedicação (Chanucá), 25º Kislev, em um ano de 360 dias.

[N.T.: Nisan é o primeiro mês do calendário judaico, e corresponde à março-abril do calendário gregoriano. Foi no 14º dia desse mês que Jesus comemorou a Páscoa judaica com os seus discípulos (Levítico 23:5-15, Êxodo 9:31 e 13:4) e em seguida instituiu a celebração de sua morte em prol da humanidade pecadora. - Fonte: Wikipedia]

[N.T.: Kislev é o terceiro mês do calendário civil e o nono mês do ano religioso do calendário hebraico. É um mês de Outono de 30 dias, exceto em anos "deficientes", quando tem 29 dias. Kislev normalmente ocorre em Novembro-Dezembro do calendário Gregoriano. - Fonte: Wikipedia]

A tipologia dos dias festivos aponta para a Páscoa, 14º Nisan, no primeiro mês do ano religioso, como a provável data de um tratado que restabelece o sacrifício no templo. Mesmo que o tratado da Páscoa permita eventualmente o início do sacrifício regular, os sacerdotes Levitas não podem subir o Monte do Templo até o 10º Tishrei, o Dia do Perdão, a fim de executar as cerimônias de limpeza necessárias de acordo com a lei Mosaica. É preciso lembrar que esta área têm servido de terreno baldio desde a queda de Jerusalém em 70 d.C. Durante as cruzadas o monte do templo foi de fato usado como um depósito de lixo!

Mesmo quando a área estiver limpa e corretamente preparada pelos sacerdotes, o sacrificio diário à Deus no monte do templo não começaria em qualquer dia. Tal evento importantissímo, assim como o primeiro sacrifício do templo há quase 2.000 anos em Israel, começaria adequadamente na Festa da Dedicação ou Chanucá, da mesma maneira que Judas Macabeus fez durante a mesma data na última vez em que o templo foi reconsagrado. Este dia festivo cai exatamente 250 dias após a Páscoa. Qualquer um fica maravilhado como Daniel escreve com fidelidade a profecia recebida, não admira que ele não tenha entendido a cronologia dos eventos, a festa de Chanucá nem mesmo existia em seus dias! Se a aliança do Anticristo começar na Páscoa no primeiro mês do ano religioso judaico, então de acordo com Daniel, 1260 dias depois, 3 anos e meio na "metade" do tratado de 7 anos, esta aliança seria quebrada durante a festa dos Tabernáculos (15º Tishrei), no primeiro mês do ano civil judaico.


"E desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado,

e posta a abominação desoladora,

haverá mil duzentos e noventa dias.

Bem-aventurado o que espera

e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias." - Daniel 12:11-12


Depois que a abominação da desolação é estabelecida na metade do tratado, a profecia de Daniel diz que a purificação do templo não ocorre até depois de 1.290 dias. Em seguida, é dito para Daniel esperar a fim de ser abençoado em um dia, 1.335 dias depois do ponto médio do tratado. Isto acrescenta uns 45 dias adicionais para o final dos 7 anos + 30 dias.

Se o ano religioso e o ano civil forem sobrepostos de modo que a Páscoa em abril, e o Dia do Perdão começem juntos, há 75 dias contados a partir do verdadeiro final do tratado de 7 anos. Significativamente, 75 dias é a mesma quantidade de tempo entre o dia da festa do Perdão Divino, quando o sumo sacerdote entra no Santo dos Santos, e a festa da Dedicação ou Chanucá.

Sete anos após o início da aliança do Anticristo, 2.520 dias depois da assinatura, começa mais uma vez a Páscoa. A Profecia nos diz que Jesus voltará nesse dia, ao término da batalha do Armagedom (Zacarias 14:4), no monte das Oliveiras.

Se a aliança do Anticristo começar no Pessach (Páscoa) no primeiro mês do ano religioso judaico, então 1.260 dias depois, na "metade" do tratado, esta seria rompida na véspera da Festa dos Tabernáculos (14º Tishrei), no primeiro mês do ano civil judaico.


Quando Tem Início a Grande Tribulação?

Sabemos que o tratado de Daniel, o tratado que dá início à 70ª Semana, ou Tribulação, é assinado na PRIMAVERA de algum ano. Ao Olhar para a profecia, podemos pelo menos saber a estação do ano em que a Tribulação começa.


O Significado Profético da Páscoa Judaica

Os dias festivos de Israel foram estabelecidos por Deus para anunciarem eventos futuros literais. Eles simbolizam o plano de Deus para salvação e foram colocados em sequência para corresponder com seu cumprimento literal no futuro. Se alguém estudar os eventos passados que já aconteceram nos dias de festa em Israel, descobrirá muitas pistas que apontam para tais dias festivos como datas para o cumprimento profético futuro.

A Festa da Páscoa aconteceu no Egito quando o anjo de Deus passou por cima dos filhos de Israel e feriu os primogenitos dos egípcios. Três dias depois no Mar Vermelho, na Festa das Primícias, os judeus atravessaram as águas divididas por Deus e chegaram seguros do outro lado, deixando de ser escravos de Faraó. Na Páscoa, aproximadamente em 32 d.C., o julgamento passou por cima dos eleitos e feriu o filho unigênito de Deus. Três dias depois, na Festa das Primícias (Pentecostes), Jesus ressucitou dos mortos e os eleitos atravessaram a pena de morte rumo à vida eterna.

A Tipologia Bíblica indica que a Festa da Páscoa cai no dia do Armagedom. O sinal do filho do homem passará sobre a Terra no 15º dia do mês de Nisan/abril. Israel entenderá que Jesus é seu verdadeiro messias e chorará sobre Ele, lembrando-se que durante a Páscoa, milhares de anos atrás, ele foi crucificado. Três dias depois, Jesus descerá sobre o monte das Oliveiras, dividindo-o ao meio. Os judeus atravessarão o vale entre a montanha para chegar em segurança aos portões de Jerusalém e, as forças do Anticristo serão então destruídas (Zacarias 14).

Como o sinal da vinda de Jesus cai na Páscoa pouco antes de Seu retorno, então a aliança entre Israel e o Anticristo, o início da 70ª Semana de Daniel (Dan. 9:27), cai na Páscoa 7 anos antes. Se a assinatura do tratado de 2.520 dias acontecer durante a Páscoa, o ponto médio, o 1.260º dia cai na véspera da Festa dos Tabernáculos.


Concepções equivocadas sobre o Arrebatamento

Sinto muito, a Igreja não será arrebatada antes da Tribulação!

Apocalipse 20:4-6 "E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos."


Esta passagem nos diz que os mártires da tribulação estarão entre aqueles "mortos em Cristo" que foram ressuscitados no arrebatamento. Segue-se, então, que o arrebatamento acontece algum tempo após o Anticristo iniciar a perseguição àqueles que não receberam sua marca.

A fim de insistirem na sua esperança de um arrebatamento "pré-tribulacionista", alguns autores cristãos pressupõem um segundo arrebatamento durante a tribulação que responderá pelos santos descritos em Apocalipse 20:4-6. Um arrebatamento "pré-tribulacionista" já teria removido os crentes antes da perseguição do Anticristo, assim de acordo com esta teoria, estes mártires da tribulação devem ser aqueles recém convertidos, que perderam o arrebatamento "pré-tribulacionista". Entretanto, não pode haver nenhum arrebatamento/ressurreição "pré-tribulação" e em seguida acontecer um "segundo arrebatamento/ressurreição" em algum ponto dentro da tribulação. Somos informados nitidamente que "ESTA é a primeira ressurreição", a ressurreição que INCLUI AQUELES SANTOS MARTIRIZADOS DURANTE a PERSEGUIÇÃO do ANTICRISTO. O restante dos mortos não vive novamente até depois dos mil anos.

A Bíblia não diz nada a respeito de três ressurreições dos mortos. Existem somente duas ressureições: a primeira ressurreição dos mortos em Cristo, que incluirá aqueles martirizados durante a perseguição do Anticristo, POIS esta acontece em algum momento após o anticristo chegar ao poder, e a ressurreição do restante dos mortos após o reinado milenar de Jesus Cristo.

Se alguém consegue superar os argumentos básicos de um arrebatamento "pré-tribulacionista", talvez nós do Corpo de Cristo possamos compor uma cronologia Bíblica dos tempos finais. Nosso ministério têm ouvido o argumento do "pré-tribulacionismo" muitas vezes e, as passagens bíblicas utilizadas para apoiar estes argumentos continuam pouco convincentes. Realmente adoraríamos acreditar com todo otimismo que seremos arrebatados antes do aparecimento do Anticristo... porém todos os argumentos para isto não fazem sentido.

Aqui estão alguns comentários típicos que recebemos, e nossa resposta:


"A palavra arrebatamento é usada somente uma vez na Bíblia descrevendo o que aconteceu à Filipe (Atos 8:39). Arrebatamento significa captura, ser raptado (de repente) e QUEDA. Muitos têm dito que haverá uma grande apostasia e comparam isso com o abondono da fé por parte de muitas pessoas. Homens e mulheres estão constantemente "caindo e levantando" na fé e isto é um sinal muito ambíguo para significar o fim. "


Resposta: Vamos apenas supor que aquele de nós no Corpo de Cristo, que usam o termo "arrebatamento", referen-se ao misterioso evento no qual os mortos em Cristo serão ressuscitados, e então os que estiverem vivos em Cristo serão arrebatados juntamente com eles nas nuvens para encontrarem-se com o Senhor nos ares, e todos nós receberemos corpos glorificados, incorruptíveis. Todos podemos concordar que as palavras "arrebatamento" e "apostasia" são bem diferentes em significado, e não deveriam ser usadas uma no lugar da outra. Se a Bíblia diz apostasia, significa apostasia.

A Bíblia é precisa e não usa a palavra apostasia em II Tessalonicenses para referir-se à uma simples "fraqueza" na fé de pessoas comuns religiosas e indecisas. A apostasia dos tempos finais será em grande escala. É quando um número enorme daqueles que se imaginavam cristãos, que afirmavam acreditar em Jesus Cristo, não SERÃO MAIS CAPAZES DE CRER EM JESUS E NA VERDADE DA BÍBLIA. De alguma maneira o engano dos tempos finais do Anticristo convencerá pessoas outrora religiosas à abandonar a verdade. Este abandono será dramático e final, não indeciso e súbito, não um esfriamento crescente e gradual na fé. Esta súbita negação em massa da verdade de Jesus Cristo PRECEDERÁ o arrebatamento. II Tessalonicenses fornece detalhes mais específicos do que vem ANTES DO ARREBATAMENTO.


II Tess 2:1

"ORA, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, (o arrebatamento)... Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus."


Esta passagem nos fala da "reunião" com Jesus, o arrebatamento, que não acontecerá até que duas outras coisas ocorram primeiro. Haverá o abandono - a apostasia, a dramática negação em massa da verdade da Palavra.

E mais importante, o arrebatamento não acontecerá até que AQUELE HOMEM DO PECADO seja REVELADO. O Anticristo chegará ao poder antes do arrebatamento. Ele assumirá o poder quando o tratado de Daniel for assinado - o tratado que lida específicamente com a reconstrução do templo em Jerusalém e o sacrifício diário. A tribulação tem início quando este tratado é assinado, assim a tribulação terá início antes do arrebatamento. Não pode haver nenhum arrebatamento pré-tribulação.


II Tess 2:6-11 "E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira."


Muitos argumentarão que o Espírito Santo dentro do Corpo de Cristo é o que detém a vinda do Anticristo ao poder, e que a Igreja deve ser removida primeiro antes que tenha início a tribulação. Alguns até mesmo argumentam que os "santos" perseguidos durante a tribulação são judeus, não cristãos, pois a permanência do Espírito Santo na terra restringiria o governo contínuo do Anticristo. O livro do Apocalipse nos diz claramente que haverá cristãos, aqueles lavados no Sangue de Cristo, durante a Tribulação... portanto, ainda deve haver a presença do Espírito Santo e da Igreja durante o período da tribulação. O Espírito Santo não deve ser aquele que detém o Anticristo.

Um anjo se dirige à Daniel.


Daniel 10:12 "Então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia. Agora vim, para fazer-te entender o que há de acontecer ao teu povo nos derradeiros dias; porque a visão é ainda para muitos dias..."


Existem anjos associados à nações. Este anjo não era poderoso o bastante para atravessar a barreira dos anjos adversários que têm autoridade sobre o reino da Pérsia. Era necessário a intervenção do anjo Miguel para ajudar este mensageiro particular a passar pelos poderosos anjos rebeldes da Pérsia. Miguel é o anjo associado à Israel...ele tem autoridade sobre tudo o que acontece com relação à esta nação.

O Anticristo preparará seu reino em Israel e até mesmo profanará o templo em Jerusalém. Se um homem é capacitado pelo próprio Satanás a fazer tais coisas em Jerusalém, você não acha que o anjo de Israel, Miguel, saberia a respeito? Para que esta abominação aconteça a autoridade angelical sobre Israel terá que permitir... Miguel tem de dar um passo ao lado e deixar que isso ocorra. Miguel é o encarregado de "permitir e impedir", "deixar e restringir" tudo aquilo que seja de natureza espiritual com relação à Israel.

Miguel, e não o Espírito Santo dentro do Corpo de Cristo, é aquele que impede o Anticristo de chegar ao poder antes do tempo determinado por Deus. Quando estiver na hora da tribulação, o tempo de Angústia para Jacó, um tempo de dificuldade para Israel, Deus dará o sinal para Miguel dar um passo ao lado.


Daniel 12:1

"E NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo".


Outro argumento:

"O arrebatamento é a apostasia. Não somos destinados à Ira. Os santos cristãos não podem passar por qualquer parte da Tribulação, pois Jesus Cristo nos cobriu de toda a Ira que será determinada sobre esta Terra. A Tribulação, A Grande Tribulação, serão 7 anos de verdadeiro Inferno na Terra. A Igreja (do Senhor) é o corpo de Cristo. O corpo de Cristo já sofreu uma vez e tentar dizer que nós temos que passar por sequer um dia da tribulação de 7 anos, seria o mesmo que dizer que o que Jesus fez não foi suficiente para nos salvar, não é mesmo? Do contrário, então como é possível que nosso sofrimento ou perseguição não possa acrescentar nada à nossa salvação? Bem, não pode porque nada mais é necessário."


Resposta:

O Arrebatamento e a apostasia são duas coisas distintas. Não somos detinados à ira, mas observe que a ira de Deus não é despejada sobre a terra até Apocalipse 16. Muitas coisas terríveis acontecem durante a Tribulação antes do verdadeiro derramamento da ira de Deus... muito dano e perseguição pode sobrevir aos cristãos, as quais não podem ser consideradas "a ira de Deus." Não se nega o sacrifício de Cristo de maneira alguma ao dizer que a Igreja suportará perseguições e sofrimentos - olhe para os primeiros mártires cristãos! Claro que ninguém diz que o Corpo de Cristo precisa sofrer para ganhar a salvação, mas também ninguém disse que ser cristão seria como um piquenique. Por que não deveríamos sofrer tanto como a Igreja primitiva? Não somos melhores que eles. Eu oro para ter o mesmo tipo de coragem que estes cristãos tiveram no passado.

Naquele ponto da tribulação, durante a qual a própria ira de Deus é despejada, aí sim, seremos então arrebatados. Mesmo que não fôssemos arrebatados naquele ponto, ficaria óbvio quem recebeu a marca da besta e quem não recebeu - Deus seguramente seria capaz de delinear sobre quem despejar Sua ira. Ficou claro agora que o argumento dos "não destinados à ira" para um arrebatamento "pré-tribulacionista" não é convincente?


Apocalipse 16:1 - "E OUVI, vinda do templo, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide, e derramai sobre a terra as sete taças da ira de Deus."


Concepções errôneas comuns e "verdades" não bíblicas...

O que se entende por igreja? existe uma alma? onde Satanás habita?

Se você acredita que a Bíblia é a inspirada e infalível Palavra de Deus, então essa convicção o proíbe de formar qualquer doutrina religiosa contrária à ela. A Bíblia é a última e derradeira fonte para a religião cristã e Judaica. Com respeito às crenças cristãs, se não está escrito na Bíblia então não é verdade e não é de confiança

Com esta conclusão seguramente estabelecida, devemos investigar algumas das mentiras que muitos cristãos acreditam. Estas mentiras são amplamente ensinadas através da ignorância passada por gerações, mas que nunca existiram de fato na Bíblia.


MENTIRA nº 1, O significado da "IGREJA"

A palavra "igreja". Esta palavra não existe em qualquer manuscrito grego do Novo Testamento. Embora a palavra "igreja" realmente seja encontrada em Bíblias modernas isto é em parte devido à manipulação das primeiras traduções para a língua comum supervisionada pelos Católicos do Império romano. A palavra grega "ekklesia" é na verdade a palavra que têm sido substituída por "igreja."

A palavra ekklesia significa "chamados para fora" e é na verdade uma combinação de duas palavras gregas, "ek" que significa fora e "klaeo" que significa chamado. Ekklesia significa, portanto, aqueles que foram chamados da terra por Deus para Seu reino.

A palavra Igreja é a forma corrompida do grego "kuriakos" que significa pertencendo à Deus. A raiz para kuriakos é "kurios" que quer dizer simplesmente "supremo em autoridade."

Muitos não percebem que foram ludibriados e permanecem firmes na convicção que de alguma forma merecem mais do favor de Deus, simplesmente por frequentarem alguma estrutura ou lugar designado de reunião. O império romano conseguiu institucionalizar o que eles chamaram de Cristianismo, impedindo as massas de lerem a Bíblia. Declarando-se a "cabeça" da religião em vez de Cristo e fazendo com que os ignorantes se reunissem em lugares denominados por eles de igrejas, a mentira tornou-se tão poderosa que ainda é sentida hoje.

É fácil ver como a Igreja Católica, que a propósito significa "autoridade universal", controlou as massas e ocultou as Boas Novas. Você é convocado para fora do mundo, não importa onde estiver ou em que edifício você porventura esteja dentro. Qualquer ser humano com habilidade para leitura, pode comprar sua própria cópia de um bom dicionário grego com concordância a fim de provar isto por si mesmo.


MENTIRA nº 2, O QUE É E ONDE ESTÁ A "ALMA"

A alma. O que acontece quando você morre?

Resposta: você voltará à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. Gênesis 3:19. Soa muito simples. Deus diz que os seres humanos são feito da terra e que voltaremos à terra. De onde então surgiu a convicção em corpo e alma separados na morte, o corpo voltando à terra e a alma indo para... sabe-se lá onde? Talvez a Bíblia deva ser examinada a fim de se encontrar mais respostas. Talvez mais idéias tenham surgido, para se acreditar que de alguma forma elas possuam suas origens em outro lugar além da Bíblia.

Por exemplo, o que Salomão, supostamente o homem mais sábio em toda a antiguidade, diz acontecer no momento da morte:


"Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade. Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó." - Eclesiastes 3:19-20


Novamente o assunto está claro, os homens voltam à terra. Na verdade eles morrem exatamente como os animais. Salomão continua dizendo, "Quem sabe que o fôlego do homem vai para cima, e que o fôlego dos animais vai para baixo da terra?"

Seguramente Salomão saberia a resposta para esta pergunta, caso fosse estabelecido na Bíblia que os homens possuem almas que saem do corpo para alguma outra dimensão na morte. A Bíblia permanece firme ao declarar que na morte o corpo volta ao pó, do qual foi feito, e o "fôlego", que estava nele, o deixa. Este fôlego, chamado "nephesh" em hebraico, também é traduzido corretamente como "criatura vivente." No entanto, a palavra nephesh foi traduzida por "alma" pelos tradutores ingleses em vez de "criatura vivente".

Por que a tradução incorreta? por que a confusão? A razão é mais uma vez muito simples, embora ao mesmo tempo diabolicamente engenhosa. Se os homens acreditam que possuem um aspecto destacável, etéreo e espiritual à eles, que é imortal - que necessidade eles têm de redenção?

Colocado de uma forma mais simples, a mensagem da salvação está distorcida e confusa.

Olhe para as coisas dessa maneira, Adão teria vivido para sempre se ele não tivesse pecado pois ele compartilhava do Espírito de Deus. Quando Jesus pagou o preço do pecado do homem, aqueles que aceitaram Seu presente, uma vez mais, recebem o Espírito de Deus que Adão perdeu.

Se alguém acredita que o homem já tem uma "alma" ou "espírito" (hoje em dia pouca distinção é feita entre os dois), o acréscimo do Espírito de Deus nessa pessoa perde seu significado e poder.

Isto é o que se entende pelas palavras de Jesus concernentes a "nascer de novo".

Quando as pessoas são nascidas, eles entram no mundo não tendo estado lá antes. Quando esses indivíduos nascem novamente do "Espírito", recebem em si mesmos o que não estava lá antes.

Jesus disse isto de forma tão clara, que é incrível que qualquer um possa aderir à noção de que os homens possuem "fantasmas", que vagam após a morte.


"O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito." João 3:6.


Além disso, a palavra grega usada para espírito em João é "pneuma" que significa uma corrente de ar, que tem o mesmo significado da palavra hebraica para Espírito Santo, "ruach."

Ao longo de todo o Novo Testamento "pneuma" é usado para se referir ao Espírito Santo. Em contrapartida, a palavra grega usada para denotar a vida humana é "psuche" que tem o mesmo significado do hebraico "nephesh", criatura vivente.

Neste momento o fervoroso estudante da Bíblia provavelmente irá perguntar, "por que o próprio Jesus contou a história do homem rico e Lázaro?" Você pode ler essa história em Lucas 16:19-31, depois, preste bastante atenção ao que o historiador judeu Flavio Josefo escreveu para corrirgir os gregos com respeito à convicção deles no Inferno.


"Agora a respeito do Hades, onde as almas dos justos e injustos estão detidas, é necessário falar disto. O Hades é um lugar no mundo não completamente terminado; uma região subterrânea.... Esta região está dividida como um lugar de custódia para as almas, onde os anjos são designados como guardiães, os quais distribuem castigos temporários, de acordo com o comportamento e modos de cada um... há uma descida para esta região, em cujo portão nós, ou seja... "os Fariseus", acreditam que existe um arcanjo de pé com uma multidão em frente ao portão, quando estes o atravessam, são conduzidos abaixo pelos anjos designados para suas almas... até uma região de luz na qual os justos têm habitado desde o princípio do mundo.. enquanto eles aguardam pelo descanso e nova vida eterna nos céus que sucederá esta região. Chamamos este lugar de "O Seio de Abraão."

Mas quanto aos injustos, eles são arrastados pelos anjos em direção às cercanias do inferno; os quais, quando dificultam as coisas, ouvem continuamente o barulho do mesmo e não conseguem se distanciar do vapor quente, "do lago de fogo", eles são atingidos por uma expectativa pavorosa de um julgamento futuro, e por meio disso com efeito são punidos: e não somente isso, mas quando vêem o lugar dos pais e dos justos, mesmo assim ainda são punidos por isso; pois um abismo grande e profundo existe entre eles; de tal modo que um homem que sinta compaixão por eles não consegue ser admitido do outro lado, nem alguém que é injusto, quer ele fosse corajoso o bastante para tentar isso, conseguiria atravessar o abismo." - Extraído do discurso de Flávio Josefo aos gregos relativo ao Hades.


Flávio Josefo foi um historiador judeu que viveu durante o tempo de Jesus Cristo. Ele era um Fariseu, filho de um sacerdote bem educado nos sistemas de crenças do Sanedrin (Sinédrio).

O relato de Josefo sobre o lugar para onde as almas dos homens vão após a morte é uma forma híbrida da crença grega no Hades.

Isto é o que todos os Fariseus acreditavam. Estas foram as mesmas pessoas a quem Jesus contou a história de Lázaro e do homem rico. Com seus próprios entendimentos deficientes sobre a vida após a morte, Jesus os condenou. A verdade é, que quando um homem morre, ele aguarda por uma ressurreição física (veja 1 tessalonicenses). O profeta Daniel espera por sua vez, Dan.12:13. Jó espera por sua vez no futuro, Jó 19:25-27. Assim o fazem todos os homens.


MENTIRA nº 3, Quem, O Que é e Onde está Satanás

Muitos acreditam na visão não-Bíblica de que Satanás e seus anjos vivem no inferno. Jesus chama Satanás de o "príncipe deste mundo." O apóstolo Paulo diz que ele é o "príncipe das potestades do ar." O fato é que, Satanás e seus rebeldes anjos invisíveis vivem acima e ao redor de nossa terra, não em algum abismo subterrâneo. Há a menção de alguns anjos rebeldes que têm sido retidos na terra até o tempo da grande tribulação, mas eles são casos especiais, resultado da corrupção dos filhos de Adão encontrados em Gênesis 6 durante o dilúvio. Isto é fácil de corrigir se a pessoa buscar na Bíblia. As palavras para inferno estão erradas. Existe um lugar reservado para o julgamento, não há dúvida quanto a isso, mas até que alguém vá para lá em nosso tempo, esse lugar ainda não está preparado.


As quatro palavras para inferno são:

* "Seol" o poço ou sepultura.

* "Geena" vale de Hinon ao sul de Jerusalém onde o lixo era despejado e queimado.

* "Hades" o qual já foi explicado.

* "Tártaro" o mais profundo abismo do Hades


Estas palavras foram traduzidas por "inferno" no inglês e são metáforas para o julgamento que espera aqueles que ignoram e se rebelam contra as Boa Novas da salvação. Em parte alguma da Bíblia está escrito que o diabo e seus demônios residem nesse lugar.

As Escrituras dizem que ELES vivem em nossos céus.


Retirado e traduzido livremente de: http://www.mt.net/~watcher/week.html

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