quarta-feira, 18 de junho de 2008

O Zodíaco, o Querubim e a Esfínge

Quando Satanás rebelou-se, Deus o expulsou como profano do alto dos céus. Por causa de sua rebelião, Satanás foi destruído do meio das PEDRAS DE FOGO, os planetas onde ele havia governado sobre reinos físicos literais. A evidência de civilização em Marte ainda pode ser vista hoje, ao passo que outra civilização de B'nai ha Elohim foi destruída completamente, tornando-se o cinturão de asteróides. Não é surpresa que uma Esfinge de duas faces tenha sido encontrada entre as ruínas de Marte. Lucifer é o Querubim mais poderoso e a descrição Bíblica de um querubim pode ser ilustrada por uma Esfinge.

"Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós." - Eclesiastes 1:10



Ezequiel 41:18-19 "E (o painel do lugar santo do templo) foi feito com querubins... e palmeiras, de maneira que cada palmeira estava entre querubim e querubim, e cada querubim tinha dois rostos, A saber: um rosto de homem olhava para a palmeira de um lado, e um rosto de leãozinho para a palmeira do outro lado; assim foi feito por toda a casa em redor."





O Zodíaco, o Querubim e a Esfínge

Os Mitos e a Mensagem de Deus nos Céus


As figuras encontradas hoje no zodíaco não foram desenvolvidas pelos gregos, mas já estavam em vigor talvez há 4.000 anos a.C. antecedendo até mesmo as civilizações da Suméria. Estas figuras não foram meramente organizadas ao acaso a fim de auxiliar no monitoramento dos movimentos das estrelas, mas com o propósito de descrever uma narrativa épica. Autores como Bullinger e Seiss têm sugerido que haja um significado mais profundo, algo que vai além até mesmo das interpretações ocultas mais iluminadas. O zodíaco é uma história ilustrada do plano de salvação de Deus na terra. A chave para o entendimento do zodíaco celestial é encontrada em representações antigas de uma criatura mítica chamada de esfinge.

A combinação de todas as quatro criaturas em uma constitui o que é descrito em Ezequiel e em outras passagens Bíblicas como um tipo de anjo.


- (N.T.: Ophiuchus ou Ofiúco, o Serpentário, é uma constelação do zodíaco. O serpentário é representado como um homem segurando uma Serpente, que fica dividida em duas partes no céu, Serpens Caput e Serpens Cauda, sendo mesmo assim contadas como uma única constelação.) - fonte: Wikipedia


A palavra kerubim significa "aquele que ora" ou "aquele que intercede." Querubim ou Kerubim são uma ordem de anjos descrita na Bíblia e nos textos antigos como uma combinação de duas, ou mais freqüentemente, quatro criaturas - incluindo um humano. A mítica Esfinge e o querubim bíblico são seres "híbridos" que combinam duas a quatro criaturas. O significado destas criaturas pode ser encontrado na narrativa do zodíaco.


Salmos 19:1 - "Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos."


O verdadeiro significado do zodíaco celestial e dos símbolos da eclíptica, o trajeto que o sol aparentemente percorre nos céus, parece ter se perdido para a maioria do gênero humano. O propósito dos símbolos do zodíaco pode ser entendido conectando-se a sucessão de figuras na forma de um conto.

Mas que conexão é essa? Que ponto no círculo do céu é seu início?

Esfínge em grego significa "conectar ou unir." Uma esfinge combina a cabeça de uma mulher e o corpo de um leão. Isto estabelece o começo e o fim da narrativa celestial - começando com Virgem e terminando em Leão.

E quanto às quatro criaturas de um querubim?

Olhe para quatro das estrelas mais luminosas no zodíaco;


Fomalhaut em Aquário (homem) – (N.T.: Fomalhaut é a estrela alfa da constelação de Peixe Austral [Piscis Austrinus]) - fonte: Wikipedia

Regulus em Leo (Leão) – (N.T.: Régulo ou α-Leonis, é a estrela mais brilhante da constelação de Leão. O seu nome significa "pequeno rei" em latim e antigamente era conhecida por Cor Leonis [em latim "o coração do leão"] pela posição que ocupa no corpo da figura celestial.) - fonte: Wikipedia

Antares em Ophiuchus (proprietário da serpente, ou águia) - (N.T.: Antares [Alpha Scorpii] é uma estrela de 1ª magnitude [na verdade é uma estrela binária] localizada no centro da Constelação de Escorpião. Por sua forte coloração avermelhada e localização na constelação é conhecida também por Coração do Escorpião.) - fonte: Wikipedia

e

Aldebaran em Touro (o touro). – (N.T.: A estrela Aldebarã [Aldebaran ou Alfa Tauri - abreviado α Tau] é a estrela mais brilhante da constelação Taurus. Na Grécia antiga era conhecida como "tocha" ou "facho".) - fonte: Wikipedia

Todas as quatro estrelas são organizadas em três signos separadamente, nos quatro cantos dos céus - os quatro signos fixos do zodíaco. Estas são as quatro criaturas que se combinam para formar o querubim bíblico.

Trecho do livro Biblical Archeology Review, vol. 20, #5, pgs. 40-53 - de David Ulansey:


“A razão pela qual os povos da Antiguidade acreditavam na real existência da grande esfera de estrelas, suas várias partes - bem como seu eixo e pólos - exerceu um papel central na cosmologia do tempo. Em particular, um importante atributo da esfera de estrelas era muito melhor conhecido na antiguidade do que é hoje: isto é, seu equador, conhecido como o ‘Equador Celeste.’ Da mesma maneira que o equador da terra é definido como um círculo ao redor da terra eqüidistante do norte e pólo sul, assim o equador celeste era compreendido como um círculo ao redor da esfera das estrelas, eqüidistante dos pólos da esfera. O círculo do equador celeste era visto como tendo uma importância particularmente especial por causa dos dois pontos onde cruza o círculo do zodíaco: pois estes dois pontos são os equinócios, ou seja, os lugares em que o sol, em seu movimento ao longo do zodíaco, parece estar no primeiro dia da primavera e no primeiro dia do outono. Assim o equador celeste era responsável por definir as estações e conseqüentemente teve um significado muito real, além de seu significado astronômico abstrato.

Como resultado, o equador celeste era freqüentemente descrito na literatura popular antiga acerca das estrelas. Platão, por exemplo, em seu Diálogos de Timeu disse que quando o criador do universo primeiramente formou o cosmo, moldou sua substância na forma da letra X, simbolizando a interseção dos dois círculos celestes do zodíaco e o equador celeste. Este símbolo moldado em formato cruzado era descrito freqüentemente na arte antiga para indicar a esfera cósmica. Na realidade, um dos exemplos mais famosos deste conceito é uma escultura de pedra Mitraica mostrando o chamado "deus com cabeça de leão" cuja imagem é encontrada freqüentemente nos templos de Mitra, estando de pé em cima de um globo o qual é marcado com a cruz representando os dois círculos do zodíaco e o equador celeste.

Um último fato sobre o equador celeste é crucial: isto é, de que ele não permanece fixo, mas ao invés disso possui um movimento lento conhecido como "precessão dos equinócios." Sabemos hoje que este movimento é causado por uma oscilação na rotação da terra em seu eixo. Como resultado desta oscilação, o equador celeste parece mudar sua posição ao longo do curso de milhares de anos. Este movimento é conhecido como a precessão dos equinócios, pois seu efeito mais facilmente observável é uma mudança nas posições dos equinócios, os lugares onde o equador celestial cruza o zodíaco.

Em particular, a precessão resulta no movimento lento dos equinócios para trás ao longo do zodíaco, passando por uma constelação zodiacal a cada 2.160 anos e pelo zodíaco inteiro a cada 25.920 anos.

Divindade com cabeça de Leão de pé sobre globo com círculo cruzado.

O infâme relato das rodas de Ezequiel, freqüentemente mal interpretado como uma descrição primitiva de um encontro ÓVNI, é na verdade uma visão das criaturas vivas híbridas que povoam a narrativa celestial. Ezequiel viu querubims com quatro rostos e as rodas que eram atribuídas à eles - as quatro faces dos pontos cardeais do zodíaco e uma referência para seus movimentos nos céus.


Ezequiel 1:4-19

"Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo revolvendo-se nela, e um resplendor ao redor, e no meio dela havia uma coisa, como de cor de âmbar, que saía do meio do fogo.

E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem.

E cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas.

E os seus pés eram pés direitos; e as plantas dos seus pés como a planta do pé de uma bezerra, e luziam como a cor de cobre polido.

E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e assim todos quatro tinham seus rostos e suas asas.

Uniam-se as suas asas uma à outra; não se viravam quando andavam, e cada qual andava continuamente em frente.

E a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e do lado direito todos os quatro tinham rosto de leão, e do lado esquerdo todos os quatro tinham rosto de boi; e também tinham rosto de águia todos os quatro.

Assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas por cima; cada qual tinha duas asas juntas uma a outra, e duas cobriam os corpos deles.

E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.

E, quanto à semelhança dos seres viventes, o seu aspecto era como ardentes brasas de fogo, com uma aparência de lâmpadas; o fogo subia e descia por entre os seres viventes, e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos;

E os seres viventes corriam, e voltavam, à semelhança de um clarão de relâmpago.

E vi os seres viventes; e eis que havia uma roda sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos quatro rostos.

O aspecto das rodas, e a obra delas, era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.

Andando elas, andavam pelos seus quatro lados ; não se viravam quando andavam.

E os seus aros eram tão altos, que faziam medo; e estas quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.

E, andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e, elevando-se os seres viventes da terra, elevavam-se também as rodas.[...]"


Procure os seguintes livros para maiores informações:
- Witness of the Stars by E.W. Bullinger - A Testemunha das Estrelas de E.W.Bullinger

- The Gospel in the Stars by Joseph Seiss - O Evangelho nas Estrelas de Joseph Seiss (ambos disponíveis somente em inglês)


• Virgem, é descrita como uma virgem em todas as referências antigas, segurando em uma das mãos um ramo, e na outra um feixe de grãos, ou sementes, sempre associada com uma criança, "Shesh nu" em egípcio, o filho desejado, o símbolo da encarnação de Deus na terra.

• Libra, a balança ou no zodíaco primitivo, um altar. Seu significado é a medida de um preço. Uma de suas estrelas em árabe significa "o preço deficiente", enquanto o oposto é uma estrela cujo nome significa, "o preço que cobre", ou expiação. Libra simboliza o preço do conflito, as obras deficientes do homem comparadas com o sacrifício perfeito e completo de Jesus, realizado na cruz.

• Escorpião, com suas garras estendidas para influenciar Libra, é esmagado debaixo do pé de Ofiúco, aquele que segura a serpente, que em tempos remotos era descrito como uma águia. O pé de Ofiúco é picado (pés feridos, como Édipo) pela cauda levantada do escorpião, seu outro pé está sobre o coração de escorpião. Ofiúco impede a serpente enrolada ao redor dele de levar uma coroa. Ele representa a mais antiga profecia Bíblica, "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar."

• Sagitário, nas imagens mais antigas do zodíaco é um querubim. Este símbolo está situado a 1/3 do caminho ao redor do círculo zodiacal. Tinha o corpo de touro e leão com asas de águia e a cabeça de uma mulher. Sagitário é o símbolo da encarnação, ambos Deus e o homem, animais representando os quatro cantos dos céus e simbolizando os aspectos da obra redentora de Deus nesta terra, ele está erguido com sua flecha esticada e apontada para o coração de escorpião. Abaixo dele está o Cruzeiro do Sul.

• Capricórnio, a cabra com rabo de peixe. Para o povo hebreu, a cabra simbolizava a oferta pelos pecados, Capricórnio está posicionado com sua pata debaixo de si e sua cabeça curvada, como se estivesse morta. A segunda metade deste símbolo é o rabo de um peixe, a criatura mais fecunda na natureza, o peixe vive nas águas, símbolo da vida e do Espírito de Deus. Da morte do filho de Deus, vem a vida eterna.

• Aquário, o portador da água, aquele que transborda vida concedendo as águas que simbolizam o Espírito de Deus, na boca do peixe.

• Peixes, os peixes ligados ao pescoço do monstro do mar, um aponta para o centro do céu o outro segue a eclíptica, o caminho da terra ao redor do sol. "Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu."

• Áries, o cordeiro preparado desde a fundação do mundo, o sacrifício puro em favor do gênero humano. Com seu pé levantado para arrebentar a corrente que prende peixes ao pescoço do monstro do mar. "Ele (Jesus Cristo), veio pôr em liberdade os cativos."

• Touro, o touro. Seus chifres, simbolizando o julgamento de Deus, estão apontados para a terra, um chifre apunhala a ferida cicatrizada de um pastor de ovelhas, "Aquilla", que cuida de seu rebanho, Cristo o bom pastor, recebeu em nosso lugar o julgamento absoluto de Deus. No pescoço de touro está a Pleiades, a congregação dos juízes que voltam à terra após ressucitarem a fim de julgar a terra com Cristo em Sua segunda vinda.

• Gêmeos, os gêmeos. Castor (um dos irmãos gêmeos) é o redentor do sofrimento e Pólux é o rei. Símbolos da primeira e segunda vinda de Cristo.

• Câncer, o caranguejo. Originalmente era a fortaleza, o terreno cercado impenetrável. No Egito era representado por um escaravelho, o besouro que eclodiu do chão e voou ao céu, o lugar seguro dos salvos.

Leão, o grande leão. "O leão conquistador de Judá", Jesus Cristo, que virá novamente. O Rei que o apóstolo João identificou com aquela tribo de Israel. Em seu coração encontra-se a estrela chamada Régulus.

Esta é a história inteira da obra da redenção de Deus na terra, seu começo e término é simbolizado pela esfinge - combinando Virgem e Leão.

Neste ponto será útil entender alguns princípios básicos do significado dos números na Escritura Sagrada. Com a clara compreensão do significado simbólico que os números possuem, e suas ocorrências na Bíblia, a pessoa entenderá o significado completo do "enigma da esfínge". O estudo do significado dos números nas Esrituras Sagradas é chamado de Teoria Numérica Bíblica ou Numerologia Bíblica. Este estudo é intrínseco à teologia e à história da Bíblia devido ao idioma em que foi escrita: hebraico e grego. Estes dois idiomas compartilham o aspecto de usarem letras para palavras e também um sistema de numeração. O significado espiritual para os números que continuamente aparecem nas Escrituras, intencionalmente inseridos por Deus, pode ser discernido. A lista seguinte é uma breve descrição do significado simbólico de números primários.


• Um: símbolo de unidade, primazia e começo, em todas as línguas.

• Dois: primeiro numero que pode ser dividido por sí mesmo, simboliza divisão ou diferença.

• Três: Perfeição Divina. Trindade. 3 também refere-se às dimensões necessárias ao aspecto físico.

• Quatro: O número da Criação, os 3 de Deus mais o 1, um novo começo.

• Cinco: 4+1, criação mais um Novo Começo. 5 = graça ou favor.

• Seis: O número da imperfeição, o número do homem. Criação mais divisão 4+2.

• Sete: Conclusão. O número da perfeição espiritual. A Criação foi concluída, Deus descansou no 7º dia.

• Oito: é o número da ressurreição 7+1 conclusão mais novidade.

• Nove: Símbolo do julgamento. Similar ao número 6, 3x3 = 9 e 3+3 = 6, pode ser uma referência ao Fim.

• Dez: Simboliza perfeição (totalidade) da ordem - depois do 10 os números se repetem.

• Onze: A subversão e anulação do 10 - uma adição imperfeita àquela ordem perfeita.

• Doze: é o símbolo da perfeição governamental ou governo, 3x4 - O governo de Deus sobre Sua criação.


O mito grego do Rei Édipo contém uma simbologia reveladora - muito extensa para se tratar neste artigo. Mas por hora, para nossos propósitos, vamos examinar o enigma da esfínge. A monstruosa Esfinge perguntou à Édipo: "O que fala com uma voz, durante a manhã tem quatro pernas, ao meio-dia tem duas e à noite três?” Ao ouvir a resposta correta, a Esfinge deixou seu pedestal e lançou-se abismo abaixo. O simbolismo alude à verdadeira identidade da esfinge como um querubim rebelde - assentado nos lugares altos montanhosos - literalmente entre as pedras - do lado de fora de Tebas, a Cidade da luz.

O homem que derrota este querubim rebelde terá um nome messiânico, Édipo, literalmente ferido no pé. O homem que foi chamado de Pé Ferido, ao derrotar o querubim rebelde, resgata sua noiva prometida ao término da tragédia do Rei Édipo, tomando seu lugar como um rei.

A esfinge ou querubim colérico, fez a pergunta, "O que fala com uma voz, durante a manhã tem quatro pernas, ao meio-dia tem duas e à noite três?” A pergunta decodificada, utilizando-se a numerologia Bíblica, seria lida da seguinte forma: "Que criatura, expressa na criação por Deus, (Um) andava em perfeição diante Dele no princípio (quatro), caiu da graça e foi separado de Deus (dois) e será redimido e feito perfeito por Deus? (Três)

A resposta: o homem. A verdadeira pergunta expressada engenhosamente no enigma era esta, quem resgatará o homem?

A profecia mais antiga na Bíblia relativa ao messias, o qual derrotará a serpente, ou o querubim rebelde, está em Gênesis 3:15. Édipo, o Pé Ferido, simboliza a vinda do Messias que nasceria da linhagem de Adão e Eva. Aquele que derrotou a esfinge grega - aquele que venceu a morte - daria a resposta e o querubim seria destruído. Ou seja, A Palavra é a arma do Pé Ferido e o meio pelo qual a noiva e todas as coisas da terra, seriam resgatados.


“De agora em diante porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” - Genêsis 3:15


De acordo com Menzel, autor de A Field Guide to the Stars, "Ofiúco, aquele que segura a Serpente, pode bem ser uma forma alternativa para Hércules, pois o gigante freqüentemente teve que lidar com cobras, começando na infância quando estrangulou uma serpente em seu berço. Ofíuco segura Serpens, a Serpente, em suas mãos, e seu pé direito está quase tocando o ferrão de Escorpião."A descendência de Adão e Eva, o Messias profetizado, o qual agarra a Serpente" como uma representação do pecado e resgata o homem através de sua crucificação e ressurreição. Ofiúco é o Asclépio ressuscitado (também conhecido como Esculápio), o curandeiro cujo símbolo é um grupo de serpentes. O erudito herói grego Asclépio foi morto porque era capaz de ressucitar os mortos. Aqui temos um breve relato, porém esclarecedor:

“Órion (o semideus cego que teve sua visão recuperada) viajou para a ilha de Creta. Lá ele conheceu a bela Ártemis, deusa da Lua, também chamada de Kynthia, pois ela e seu irmão gêmeo, Apolo, nasceram no Monte Kynthos. Apolo desaprovou a união entre sua irmã, Deusa da Lua e Órion. Sua irmã estava tão envolvida com Órion que ela esqueceu-se de levar a Lua pelo céu. Apolo estava enojado de sua irmã e pensou que o único modo de resolver o problema seria tirando a vida de Órion."

'Um dia Apolo enviou Órion ao mar para pescar algum peixe. Enquanto Órion caminhava com dificuldade pelo mar, somente sua cabeça estava fora d'água, Apolo chamou sua irmã e apontou para o ponto preto, irreconhecível ao longe. Ele lhe falou sarcasticamente que embora ela fosse boa com o arco, até mesmo ela tinha seus limites e, era altamente improvável que pudesse acertar aquele minúsculo alvo. Ártemis sentiu-se insultada, imediatamente ajustou uma flecha em seu arco e atirou no alvo. Sua pontaria foi perfeita, como sempre. A flecha perfurou a cabeça de Órion, matando-o instantaneamente. Ártemis ficou horrorizada ao descobrir seu engano. Ela levou o corpo de Órion a seu sobrinho Esculápio (filho de Apolo & Coronis), implorando-lhe para que ressuscitasse Órion. Porém, antes que Esculápio pudesse agir, um ráio vindo de Zeus destruiu o corpo de Órion, mas também matou Esculápio. Ártemis a Deusa da Lua colocou Órion nos céus e Zeus, compreendendo que o filho de Apolo, Esculápio, não merecia tal destino, o colocou nas estrelas como a constelação Ofíuco.'

Outra referência para o homem que é vitorioso sobre uma das várias manifestações dos querubims rebeldes é encontrada na tipologia de Órion. De acordo com a obra de Bullinger, The Witness of the Stars: Seu nome é conhecido como Ha-ga-t que significa este é o que triunfa. Em caractere hieróglifo lê-se Oar. Órion era escrito antigamente Oarion, da raiz hebraica que significa luz. De forma que Órion significa vindo como uma luz. Na língua Acadiana antiga era chamdo Ur-ana, a luz do céu.


As constelações mencionadas pelos nomes, ambas sendo perfeitamente conhecidas pelo nome e aspecto, na época de Jó; eram objeto de conhecimento comum àquele período antigo da história do mundo. Veja Jó 9:9; 38:31 e Amós 5:8 (em Hebraico Chesil, que significa um homem forte, um herói, ou gigante).




O quadro acima nos apresenta "a Luz do mundo." Seu pé esquerdo está significativamente posicionado em cima da cabeça do inimigo. Ele está cingido com um cinto glorioso, ornado com três estrelas brilhantes; e neste cinto está pendurada uma espada afiada. Sua alça prova que este Príncipe poderoso está vindo com um traje novo. Mais uma vez Ele prova ser "o Cordeiro que foi morto", pois o cabo desta espada tem a forma da cabeça e corpo de um cordeiro. Na Sua mão direita ele ergue bem alto sua poderosa clava; enquanto que na esquerda ele segura o símbolo de sua vitória - a cabeça e a pele do "leão que ruge" [ele foi vitorioso sobre o rebelde querubim / esfinge] Nos perguntamos maravilhados "Quem é este?" e os nomes das estrelas nos dão a resposta.

A mais luminosa, ‘a’ (no ombro direito), é chamada Betelgeuse que quer dizer a vinda do renovo (Malaquias 3:2).

A próxima, ‘b’ (no pé esquerdo), é chamada Rigel ou Rigol que quer dizer o pé que esmaga. O pé é erguido para cima e colocado exatamente em cima da cabeça do inimigo, como no ato de esmagar. Assim, o nome da estrela indica o ato em si.

A próxima estrela, ‘g’ (no ombro esquerdo), é chamada Bellatrix que significa "vindo depressa" ou "destruindo rapidamente".

O nome da quarta estrela, ‘d’ (uma das três estrelas no cinto), nos leva de volta à mesma antiga história, que este glorioso um dia foi humilhado; que seu calcanhar um dia foi ferido. Seu nome é Alnitak, aquele que foi ferido.* Semelhantemente a estrela ‘k’ (na perna direita) é chamada Saiph (ferida), que é a mesma palavra usada em Gênesis 3:15 dessa forma ligando Órion à primeira profecia bíblica. Como Ofíuco, ele também tem uma perna ferida; enquanto que com a outra, está esmagando o inimigo debaixo de Seu pé.

Não é nenhuma mera coincidência que as constelações e nomes das estrelas ecoem a profecia messiânica do "homem" com o pé ferido que esmaga o inimigo.

E também não é nenhuma surpresa que a narrativa nos céus tenha sido distorcida por estes querubins que, antes da rebelião, estavam presentes à criação dos céus.


Jó 38:1, 4a e 7:

"Depois disto o Senhor respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo...Onde estavas tu, quando eu fundava a terra?...Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?"


A Bíblia descreve uma história de nosso sistema solar e de seus respectivos habitantes antigos não-humanos. A cultura popular parece obcecada com os mistérios antigos da Pirâmide e da Esfinge em Gizé e, ao mesmo tempo, com enredos futurísticos de ficção científica como os de Jornada nas Estrelas, Contatos imediatos de Terceiro Grau e etc. Recentemente (2003), a CNN apresentou fotografias do que parece ser uma face-esfinge em Marte. Cientistas da NASA confirmaram que Marte um dia foi um planeta mais habitável, e legiões de fãs do seriado arquivo-X estão convencidos de que a Verdade está lá fora - a verdade de que há vida em outros planetas. Ou talvez a verdade que está sendo descoberta por investigadores como Hancock e Hoagland – de que alguma outra civilização de cientistas e construtores veio antes de nós, e como sugere Hoagland, "nós somos os marcianos."

Se há provas de que existe uma Face Esfinge gigantesca em Marte, a identidade destes construtores de monumentos não deveria ser um mistério: em Gênesis 6:4 estes construtores não-humanos povoam a narrativa Bíblica e são os ancestrais daqueles seres dos mitos e lendas antigas; os semi-deuses, heróis e homens de fama.

A tipologia da Esfinge marciana confirma que sua construção é de origem angelical. A face Esfinge em Marte une Virgem e Leão - a face humana e a face de um leão.

Nas páginas anteriores foi discutido como Deus criou os B'nai Elohim a fim de refletir Sua glória e eterna palavra a qual falou e todas as coisas foram criadas. Antes da rebelião de um terço das hostes celestiais, estes anjos eram os mordomos da criação, construindo civilizações nos planetas terrestres do nosso sistema solar, projetados para glorificar a Palavra de Deus. A "face" de Cydonia é um monumento construído por estes Filhos de Deus, revelando seus conhecimentos sobre a mensagem nas estrelas. Ambas, a face em Cydonia e a Esfinge são querubins, combinando figuras nas constelações de Virgem e Leão, representações simbólicas da primeira e segunda vinda de Cristo à Terra.

Richard Hoagland demonstrou que a posição da face esfinge de Marte permitiu que os habitantes da cidade de Cydonia tivessem uma visão singular. Na manhã do solstício de verão marciano num passado muito remoto, a TERRA seria vista “nascendo” da boca da esfinge em Cydonia - seguida pelo sol. O significado deste evento celestial era profundo para os construtores dos monumentos de Cydonia e os identifica como os anjos pré-rebelião que tiveram domínio sobre os planetas antes da criação de Adão. Estes querubins "marcianos" entenderam o Evangelho nas Estrelas e pretendiam fazer com que a face esfinge simbolizasse o Messias prometido, A Palavra que se fez carne, a Palavra de Deus O qual falou e o universo foi criado.

Serafins, Querubins & as Rodas de Ezequiel. Alienígenas, Nefilins & os Dias de Noé


“Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da raiz da cobra (Satanás) sairá um basilisco (Anticristo),

e o seu fruto será uma serpente ardente, voadora”. - Isaías 14:29


O que é um "seraph?" A forma da raiz da palavra "seraphim" em hebraico, significa os membros das hostes angelicais cuja característica distinta é o brilho (esplendor) ou fogo. De acordo com Isaías, estes anjos brilhantes são as ferramentas do próprio Satanás, os exércitos angelicais que o seguem em sua rebelião, e as forças por trás do engano dos tempos finais de Satanás... o Fenômeno Óvni!

O livro do Apocalipse dá uma descrição dos milagres demoníacos manifestados pelo falso profeta em nome do Anticristo para admiração de todo o mundo. O mais importante destes será fazer descer fogo do céu, assim como os profetas de Baal não puderam fazer nos dias de Elias. Deus PERMITIRÁ ao Anticristo falsificar milagres em um nível sem precedentes durante a Tribulação. Consequentemente, Israel e o mundo acreditarão que o Anticristo, (auxiliado pelos anjos rebeldes disfarçados de "alienígenas", exibindo sabedoria e tecnologia ET) é o verdadeiro deus.

Muitos acreditam que o exemplo mais flagrante de Óvnis na Bíblia é o relato das rodas de Ezequiel. Embora existam muitos relatos na Bíblia que realmente apoiam o fato de que o homem antigo foi visitado pelos rebeldes B'nai Elohim - os anjos caídos os quais fingem serem "alienígenas confundidos como deuses" - esta referência para "rodas" e "criaturas" em Ezequiel não é uma descrição de Óvnis.


"E vi os seres viventes; e eis que havia uma roda sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos quatro rostos.

O aspecto das rodas, e a obra delas, era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.

Andando elas, andavam pelos seus quatro lados ; não se viravam quando andavam.

E os seus aros eram tão altos, que faziam medo; e estas quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.

E, andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e, elevando-se os seres viventes da terra, elevavam-se também as rodas" - Ezequiel 1:15-19


As Rodas de Ezequiel com Criaturas Vivas Aludem ao

Zodíaco e ao Evangelho nos Céus

Longe de serem alienígenas viajando em Óvnis... As quatro criaturas vivas de Ezequiel aludem aos quatro pontos do zodíaco. ELES SÃO QUERUBINS! O zodíaco alude à vinda de Cristo. O Querubim e o zodíaco refletem a glória de Deus, eles estão todos interconectados, de acordo com o plano Divino.

As "rodas dentro das rodas" são os planetas terrestres que passam em suas órbitas, "e andando os seres viventes", ou seja, quando as constelações do zodíaco passavam nos céus, "andavam as rodas ao lado deles", os planetas em suas órbitas transitavam com eles, "porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.", a órbita das constelações ao longo de uma "roda", como fazem os planetas. Sobre os "olhos ao redor", isto refere-se aos Zophins, os vigilantes (da mesma raiz da palavra olhos) - e seus outros equivalentes celestiais.


NEFILIM

ÓVNIs e Seqüestros Alienígenas são um fenômeno nada novo


Mateus 24:37-38b - "E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio..."


O que, afinal, estava se passando nos "dias anteriores ao Dilúvio?


Embora a Bíblia esteja cheia de referências à Extraterrestres, a noção popular de que Elias foi transportado em um ÓVNI é falsa. Significativamente, o relato de Elias desafiando os profetas de Baal retrata a separação entre os falsos deuses, as muitas manifestações dos anjos caídos na Terra, bem como o Verdadeiro Deus ELOHIM.

Elias congregou sacerdotes de "baal" juntamente com o povo de Israel e propôs um desafio, uma competição entre Deus e deuses:


"NESTE DIA SERÁ REVELADO O VERDADEIRO ELOHIM."

"Então invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor; e há de ser que o deus que responder por meio de fogo esse será Deus." - 1 Reis 18:24


1 Reis 18:38

"Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rêgo. O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram:

Só o Senhor é Deus!

Só o Senhor é Deus!"


(Deut. 6:4) "Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor."


Literalmente traduzido, Deuteronômio 6:4 declara, "Shema Israel, Yehovah Elohim, Yehovah echad!"

Eu sou Deus, Eu sou Unificado!


Evidentemente, a definição do nome "Elohim" significa o Deus que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo. É por isso que Deus pode declarar:


"O testemunho de dois homens é verdadeiro.

Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou." (João 8:17)


A Bíblia declara "Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, todo o negócio será estabelecido" (Num. 35: 30; Deut. 17: 6, Mat. 27: 16). É interessante também notar que a segunda pessoa da Trindade é especificamente chamada de "a fiel testemunha" (Apocalipse 1:5)

O fato de que o próprio Elias, mais adiante, tomará parte nos primeiros 3 anos e meio da Tribulação como uma das testemunhas de Apocalipse 11, demonstra a natureza profética do desafio histórico entre Baal e Deus em 1 Reis 18. No final dos tempos, auxiliado pelo "seraphim de fogo voador",Satanás falsificará o milagre do fogo caindo dos céus, a fim de persuadir os povos do mundo de que o Anticristo é Deus. (Apocalipse 13:13)


Extraído e traduzido livremente de: http://www.mt.net/~watcher/newun.html

Um comentário:

Anônimo disse...

Estou perplexa, maravilhada. Nunca li nada igual. Terei que ler algumas vêzes mais para apreender todo o conteúdo, no entanto já vislumbrei maravilhas. ObrigaDA

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Alguém interessado nos diversos aspectos proféticos concernentes à vindoura Nova Ordem Mundial, porém usando como critério a infalível e eterna Palavra de Deus.