

Jer. 32:20a “Tu puseste sinais e maravilhas na terra do Egito até ao dia de hoje...”
As Pirâmides de Marte e do Egito
Complexo da cidade de Cydonia
"Tipologia é o estudo do prenúncio profético - o uso de metáfora, alusão e símbolos que vão além da interpretação literal das palavras, frases e da simples expressão física de um objeto. Estudando a tipologia das estruturas anômalas de Cydonia - a geometria e os números codificados neles - pode-se ter uma idéia da identidade de seus construtores. Estas anomalias lembram estruturas monumentais: a face de uma esfínge, uma enorme pirâmide de cinco lados, um complexo de mais de 12 pirâmides menores assemelhando-se a uma cidade, e uma estranha colina ou prédio circular com teto abobadado de 152 metros de altura! complete com um fosso periférico e um canal central em forma de espiral.
O altar das Testemunhas
Abaixo, Monte Silbury, Wiltshire Inglaterra
Precisamente a Leste da cidade outro monumento impressionante assume a visão. É um marco majestoso feito de "terra", o solo do planeta do qual se eleva a 152 mts acima do deserto plano. (Ibidem., Ilustração.# 11) esta colina artificial e sua contraparte terrestre possuem um precedente tipológico na Escritura Sagrada.
Josué detalha as tribos de Israel após estas terem entrado na terra prometida. Deus designou as áreas onde cada tribo de Israel deveria assentar. As tropas de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés deixaram o exército de Israel em Canaã e cruzaram o Rio Jordão rumo à própria pátria de Gileade. Antes deles cruzarem o rio, enquanto ainda estavam em Canaã, construíram um enorme monumento de terra para que todos vissem, "um altar de grande aparência". Josué 22:10. Este altar foi projetado após as especificações determinadas por Deus em Êxodo 20:24
Exodo 20: 24-25
"Um altar de terra me farás,
e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos,
e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas,
e as tuas vacas; em todo o lugar,
onde eu fizer celebrar a memória do meu nome,
virei a ti e te abençoarei. E se me fizeres um altar de pedras,
não o farás de pedras lavradas; se sobre ele levantares
o teu buril, profaná-lo-ás."
A colina gigante em Cydonia é um altar a Jeová. Este gigantesco monte de terra foi construído exatamente de acordo com as instruções que Deus deu a Moisés no Monte Sinai. Ambos os altares do Tabernáculo e do Templo em Jerusalém foram direcionados precisamente à leste do Lugar Santo e do Santo dos Santos. Eles estavam situados logo atrás da entrada dos tribunais. O altar era o primeiro objeto encontrado por qualquer pessoa que entrasse na Casa de Deus (S.Ridout, Palestras sobre o Tabernáculo pg. 411). Embora o templo ou tabernáculo demonstrassem a provisão dada por Deus que habilita o homem a morar com Ele, era somente através do sacrifício que esta provisão poderia ser alcançada.
O altar tipificava o julgamento absoluto do Todo-poderoso, pelo qual Ele encarnaria em Seu único filho gerado, Jesus o Messias. O lado leste (Oriente) da cidade de Cydonia, o grande monte de "terra" marciana demonstra a mesma mensagem.
Por causa da suspeita de outras tribos de que a edificação do altar era um ato idólatra, os construtores tiveram que fornecer uma explicação:
Josué 22:22-28
"Se foi por rebeldia, ou por transgressão contra o SENHOR, hoje não nos preserve. Se nós edificamos um altar para nos desviarmos do SENHOR... o SENHOR mesmo de nós o requeira. E, se antes o não fizemos por receio disto, dizendo: Amanhã vossos filhos virão a falar a nossos filhos, dizendo: Que tendes vós com o SENHOR Deus de Israel? Pois o SENHOR pôs o Jordão por termo entre nós e vós... Por isso dissemos: Preparemo-nos agora, e edifiquemos um altar, não para holocausto, nem para sacrifício, mas para que, entre nós e vós, e entre as nossas gerações depois de nós, nos seja em testemunho... Por isso dissemos: Quando suceder que amanhã assim nos digam a nós e às nossas gerações, então diremos: Vede o modelo do altar do SENHOR que fizeram nossos pais, não para holocausto nem para sacrifício, porém para ser testemunho entre nós e vós."
O altar de Cydonia foi construído também como uma testemunha para as futuras gerações, fazendo com que o nome de Deus fosse lembrado.
Um exame mais atento nos nomes dos construtores do altar revela a tipologia e uma conexão com a colina de Cydonia.
Os filhos de Rúben = “Eis um filho", Gade = "Afortunado", e Manassés = "esquecimento" construíram o altar de acordo com as especificações de Deus a fim de "lembrar Seu nome" (Exodo 20: 24) ao longo da terra de Canaan = "conquistada" nas regiões do Jordão= "lugar da descida".
A Colina Marciana, o altar de terra em Marte, foi construído em um planeta que era tanto um "lugar de descida" dos Querubins Pré-rebelião [os construtores de Cydonia que na época glorificavam à Deus] como um dos planetas que foram conquistados após a rebelião deles [o planeta explodido Raabe estava entre esses corpos celestes]. Os construtores construíram o altar marciano precisamente como uma testemunha, pois eles contemplaram um filho que distribuiria a fortuna e o esquecimento do pecado - o messias.
A colina marciana tem outra característica estranha - uma trincheira cerca o perímetro. Uma vez mais, existe uma correspondência bíblica à uma característica construída em Cydonia. Elias construiu um altar a Deus durante seu desafio aos sacerdotes de Baal:
I Reis 18: 32
"depois (Elias) fez um rêgo em redor do altar..."
Elias instruiu os israelitas a despejar quatro jarras de água sobre o sacrifício por três vezes. A água cobriu o sacrifício e transbordou do altar para o trecho em volta dele. Quando Elias clamou à Deus, fogo desceu do céu e queimou a oferta do altar, e toda a água que estava na trincheira (I Reis 18: 38).
A trincheira ao redor do altar de Elias impediu que a água, uma figura do "espírito", escapasse do fogo do julgamento de Deus que a tudo consome. O Messias receberia a medida cheia do justo julgamento de Deus em favor do homem ao derramar Seu espírito na morte. O peso da evidência, a tipologia consistente, parece confirmar a tese de que a colina de Cydonia é um altar / monumento à Deus.
Existe ainda uma outra característica da colina marciana, lançando luz sobre o propósito da estrutura e com um precedente bíblico. Contornando acima da base do monumento, existe um "caminho" aparente que conduz ao topo (Richard C. Hoagland, Os Monumentos de Marte, iIustração. # 11). Este detalhe improvável confirma que a colina de terra marciana em Cydonia deve ter sido um altar construído a Deus. O caminho acima do altar seria necessariamente um plano inclinado em formato de espiral, para subir o altar de tal maneira a obedecer às especificações de Deus nas Escrituras. Por que não apenas criar um caminho diretamente para cima da colina ou subir em um jogo de escadas?
Exodo 20: 26
"Também não subirás ao meu altar por degraus,
para que a tua nudez não seja descoberta diante deles."
Conhecida como a pirâmide D&M - nome dado após ter sido descoberta por Vincent Dipietro e Gregory Molenaar - esta estrutura eleva-se sobre o terreno marciano a meia milha (805 Mts) de altura. A grosso modo 1.6 por 2 milhas, a pirâmide pentagonal parece ser composta de pelo menos uma milha cúbica de terreno marciano. Esta pirâmide está orientada acima do ponto sul do triângulo eqüilatero implícito em Cydonia.(Richard C. Hoagland, Os Monumentos de Marte).
A imensidão completa da Pirâmide D & M indica que ela é um componente integral no entendimento da mensagem de Cydonia. O monumento piramidal é orientado de tal modo a dirigir a "linha de visão" do espaço em direção à esfinge de Cydonia (face), bem como acrescenta um significado à esta estrutura enigmática. O que então uma pirâmide de cerca de 3,2 Kms de altura com cinco lados simboliza?
Tipos messiânicos e proféticos têm sido observados na Grande Pirâmide de Gizé, levando muitos piramidologistas a concluir sua autoria divina, ou pelo menos a intenção dos construtores em refletir o Divino Autor do universo. Grandes pioneiros no campo da piramidologia como John Greaves, Robert Menzies, Professor Piazzi Smith, James Rutherford, W.M. Flinders Petri, eram obcecados com o simbolismo geométrico sem igual da pirâmide que parecia transcender a ingênuidade humana (E. Raymond Capt, A Grande Pirâmide Decodificada pg. 95).
Colocando a construção da Grande Pirâmide egípcia em perspectiva, lembre-se de que o homem moderno, mesmo hoje, não possui o gênio estrutural exigido para construí-la. Volumes de pesquisa têm sido compilados discutindo como a estrutura pode ter sido construída, contudo as respostas para este quebra-cabeça permanecem evasivas assim como a identidade de seus construtores (Ibidem, pg 8). mesmo se hoje o homem moderno pudesse organizar blocos de pedra calcária pesando o equivalente a locomotivas modernas, polindo-as com uma exatidão de 1/100º de polegada (igualando-se aos padrões ópticos contemporâneos) e colocando esses blocos juntos dentro de 1/50º de polegada sem danificá-los, como foram colocadas as pedras do vértice, o significado simbólico da Grande pirâmide nunca poderia ser reproduzido. A Grande pirâmide está posicionada no centro geográfico de toda a massa do planeta Terra (Ibidem., pgs. 11, 49-51).
De acordo com uma teoria de Robert Bauval, as posições das pirâmides de Gizé no solo são um reflexo das posições das estrelas na constelação de Órion há aproximadamente 10.500 A.C. (Graham Hancock, Keeper of Genesis, pgs 354-355) Cinco das 7 estrelas mais brilhantes possuem pirâmides equivalentes: As 3 grandes pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos para o cinturão de Órion, a pirâmide de Nebka em Abu Rawash corresponde à estrela Saiph e a pirâmide em Zawat al Aryan corresponde à estrela Bellatrix. O Rio Nilo corresponde à Via láctea. Os principais monumentos de Gizé formavam um mapa terrestre preciso das estrelas de Órion e Sírius quando estas constelações apareceram em 10.500 a.C.
Quem poderia ter observado os céus sobre Gizé em 10.500 a.C. e quem, àquela data, teria tido a capacidade técnica para compreender tais trabalhos monumentais como a Esfinge e as pirâmides? Egiptologistas afirmam que não existia nenhuma civilização na Terra naquela época, e muito menos alguém capaz de planejar e construir tais imensas e bem projetadas estruturas. Se eles tiverem razão, por que os alinhamentos de Gizé refletem os céus do 11º milênio a.C. tão claramente e de maneira repetida? Há uma resposta na Bíblia:
Jeremias 32:20
“Tu puseste sinais e maravilhas na terra do Egito até ao dia de hoje,...”
O historiador Flávio Josefo escreve em Antiguidades Judaicas 1.2.3:
"Eles também foram os inventores daquele tipo estranho de sabedoria que está preocupada com os corpos celestes e suas ordens. Para que suas invenções não pudessem ser perdidas antes que fossem suficientemente conhecidas, sob a profecia de Adão de que o mundo seria destruído uma vez pela força do fogo, e uma outra vez pela violência e quantidade das águas, eles fizeram dois pilares; um de tijolo, o outro de pedra: eles inscreveram suas descobertas em ambos, no caso do pilar de tijolo este deveria ser destruído pela inundação, mas o pilar de pedra permaneceria e, exibiria essas descobertas ao gênero humano; e também informria que havia outro pilar de tijolo erguido por eles. Agora isto permanece na terra da Síria até ao dia de hoje."
A Bíblia menciona especificamente a constelação de Órion: duas vezes em Jó (Jó 9:9; 38:31) e uma vez em Amós (Amós 5:8). O nome hebraico para Órion é Chesil que significa "um poderoso, um herói." O nome egípcio para Órion é Oar que significa "brilho" e também Hagat, "este é aquele que triunfa" O nome em Akkadiano para Órion é Urana que quer dizer "luz do céu. "A ortografia original de Órion, Oarion, mostra raízes egípcias e Akkadianas - ambas denotam um Deus de ressurreição vindo à terra. (God's Voice in the Stars, Kenneth C. Fleming, pg.105) Jesus é o que foi morto, aquele que virá como o Príncipe da Luz e Gória a fim de julgar o mundo. A constelação de Órion é um tipo de Jesus.
Isaías 60:1-3
"LEVANTA-TE, resplandece, porque vem a tua luz,
e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti;
Porque eis que as trevas cobriram a terra, e a escuridão os povos;
mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti.
E os gentios caminharão à tua luz, e os reis ao resplendor que te nasceu."
Órion é a constelação mais luminosa nos céus. O significado de Órion na tipologia inspira temor e é muito fácil de entender. Órion é um decano (uma subdivisão) do signo zodiacal de Touro, “como um convés que está conectado ao navio”. Órion embeleza Touro, o 9º símbolo da narrativa, simbolizando o retorno do messias em julgamento. O conceito das estrelas de Órion desenvolve o significado que já é aparente no nome da constelação.
Nos monumentos análogos do platô de Gizé, faltam duas pirâmides correspondendo às estrelas Rigel e Betelgeuse. A tipologia sugere que estas pirâmides foram intencionalmente deixadas de fora da configuração de Gizé. Os nomes destas estrelas que faltam simbolizam a conclusão futura da profecia messiânica. A mensagem de Betelgeuse, "a vinda do renovo":
Jeremias 23:5
"Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi
um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e agirá sabiamente,
e praticará o juízo e a justiça na terra."
Rigel (N.T.: Rigel é a estrela mais brilhante da constelação de Órion, e a sétima mais brilhante do céu) é um tipo da vitória do Messias, tendo "esmagado o inimigo." As pirâmides que faltam na analogia de Gizé / Órion demonstram que este espelho do céu na terra representa a obra de redenção do Messias à Sua primeira vinda, mas não a futura conclusão da Obra de Cristo quando Ele entra em Julgamento com toda a terra. As estruturas de Gizé foram posicionadas em total acordo com a narrativa do Evangelho nas estrelas pelo desígnio de Deus, coerente com a tipologia monumental - talvez no futuro Deus acrescente as duas pirâmides que faltam, as quais simbolizam a preparação de Seu Reino na terra. O número existente de pirâmides em Gizé que representam Órion são 5, o número da graça. Com a colocação das 2 restantes, o número é 7, simbolizando "conclusão."
Enquanto as pirâmides do planalto em Gizé se referem à Órion e aludem à Segunda Vinda de Cristo, a Grande Pirâmide é um cumprimento tangível da profecia em si mesma:
Isaías 19:19-20a
"Naquele tempo o Senhor terá um altar
no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor,
junto da sua fronteira. E servirá de sinal e de testemunho
ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito"
Esta passagem descreve exatamente o local da grande Pirâmide. A Pirâmide situa-se no centro e na fronteira do alto e baixo Egito. (E. Raymond Capt, A Grande Pirâmide Decodificada pg.12) Durante o milênio, a Grande Pirâmide ou terá que ser movida para este "monumento" a fim de ser montada, ou a Grande Pirâmide é este monumento. Se este fato não o estiver convencendo suficientemente do significado bíblico desta estrutura, considere o seguinte; Quando as letras hebraicas de Isaías 19:19, descrevendo o monumento de Deus são somadas, o resultado é 5.449. Esta é a altura exata, em polegadas, da Grande Pirâmide. Estas polegadas são o padrão de medida linear codificado dentro da própria Grande Pirâmide.(E. Raymond Capt, A Grande Pirâmide Decodificada, pg.59)
Jesus descreveu a pedra do vértice ou pedra angular, que está faltando na Grande Pirâmide, como um símbolo dEle próprio:
Mateus 21:42
"Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos?" (ver também Salmos 118:22)
Paulo também descreve a pedra de esquina da Grande Pirâmide como simbolizando Cristo;
Efésios 2:20
"Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas,
do qual Jesus Cristo é a principal pedra de esquina."
Zacarias 4:7b
"Porque ele trará a pedra angular com aclamações: Graça, graça a ela."
Na conexão Gizé / Órion de Robert Bauval, a estrela que corresponde à Grande Pirâmide é Alnitak, "o ferido". A maior das estruturas em Gizé representa a essência da obra de salvação do Messias. Todas as descrições Bíblicas da Grande Pirâmide tipificam o Messias. Lembre-se que o número 5 representa "GRAÇA", isto é, o presente do perdão e da vida eterna através de Jesus. Na Escritura, a mensagem da graça é manifestada várias e várias vezes pelo número 5 (E. Raymond Capt, A Grande Pirâmide Decodificada, pg. 58). A Grande Pirâmide, sem sua pedra angular, possui 6 lados. Com a adição da pedra fundamental, ou pedra angular - a pedra do vértice (topo) de uma pirâmide que toca todos os lados de uma só vez, a pirâmide finalmente tem 5 lados. O nome pirâmide vem da palavra cópta pyr que significa "divisão" e da palavra met que significa “10, ou 10 dividido equivalendo-se a 5.56 ‘O número 6’, o estado imperfeito do homem”, é unido com 5 "graça", a perfeição do Messias. Até mesmo as raizes da palavra pirâmide denotam o homem e Deus unidos pela "graça.". A tipologia da Grande Pirâmide, atualmente sem a pedra no topo, ilustra de forma bela as promessas de Deus ao gênero humano - A Primeira vinda de Jesus e sua obra redentora na cruz e a Segunda Vinda em julgamento, serão concluídas e a pedra de esquina estará na Terra. A colocação da pedra angular no edifício da Grande Pirâmide no futuro simbolizará o Messias, o Senhor de todo o universo descendo à Terra onde Ele viverá para sempre com o homem.
A pirâmide de Cydonia tem muito em comum com a Grande Pirâmide da Terra. Estudada mais de perto, a pirâmide marciana de cinco lados com certeza tem um sexto lado que está "coberto" acima pelos cinco lados. A palavra que pode ser achada na Bíblia para esta representação física engenhosa da verdade é expiação. (James Strong, Concordância Exaustiva Bíblica) Da mesma maneira que Jesus fez expiação pelos pecados do homem = 6, derramando Seu sangue em nosso lugar, cobrindo-nos com Sua perfeição, assim, a maior das pirâmides do sistema solar expia seu 6º lado, o número do homem, com a cobertura de seus 5 lados, 5 = GRAÇA. A mesma mensagem é reproduzida na tipologia da pedra de esquina da Grande Pirâmide da Terra.
Um dia a pedra angular cobrirá o monumento egípcio de seis lados. Além disso, a monumental Pirâmide D & M enfatiza a face Esfinge de Marte, o símbolo da encarnação da Palavra - a orientação das pirâmides e da face na região de Cydonia declaram "este é aquele pelo qual a graça e a justificação virão."
A colossal pirâmide marciana também demonstra uma geometria redundante que, de acordo com Richard Hoagland, detém a chave para entender mecânicas quânticas de alto grau. Estas mensagens geométricas redundantes codificadas nos monumentos de Cydonia surgem constantemente sob o escrutínio meticuloso do mundo científico. (Richard C. Hoagland, Os Monumentos de Marte, pg. 355) não há surpresa alguma no conhecimento de tal magnitude ter sido encontrado em uma cidade construída pelos anjos de Deus.
Cydonia = Cidade dos Anjos
À Norte / Noroeste da Grande pirâmide marciana, situa-se a "cidade" um complexo de 12 pirâmides gigantes. Existem quatro estruturas centrais, de forma piramidal clássica, cercadas por 5 diversas pirâmides maiores similares à construções. Novamente, a geometria de Cydonia se refere à uma relação proféticamente significante. Uma linha desenhada conectando os monumentos exteriores da cidade de Cydonia forma um pentágono.
O complexo inteiro da cidade também reside no canto implícito do triângulo eqüilatero de Cydonia. (Ibidem., Ilustração. # 30).
As cinco grandes pirâmides do complexo da cidade cercam quatro pirâmides menores. Isto tipifica "graça", o número 5, cercando a "criação" representada pelo número 4. A verdade bíblica de que a graça somente vem do Messias é demonstrada pela linha de orientação da visão da cidade e da face esfinge marciana. Richard Hoagland calculou a orientação da face em Marte com relação ao complexo da cidade, observando que a disposição das pirâmides de Cydonia dentro da cidade parecem especificamente projetadas para avistar o solstício de verão marciano. (Ibidem., pg. 64). Na manhã do solstício de verão marciano, em algum tempo no passado muito remoto, a TERRA subiria para fora da boca da esfinge de Cydonia seguida pelo Sol. Este evento celestial teria sido testemunhado pelos construtores dos monumentos de Cydonia - a civilização pré-rebelião angelical em Marte.
Visão da face em Cydonia a partir da “Cidade”
A face esfinge marciana é uma representação simbólica de Jesus, A Palavra se fez carne, a Palavra de Deus O qual falou e o universo foi criado.
João 1:14a
"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós"
João 1:1
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus...3: Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez."
A Esfinge marciana e a ascenção da Terra simbolizavam a Palavra, Jesus, manifestando-se em carne na Terra, redimindo o mundo através de Sua morte e ressurreição. Na ocasião em que os monumentos de Cydonia foram construídos, a Palavra de Deus ainda não tinha sido manifestada em carne na terra. Mas os construtores dos monumentos de Cydonia óbviamente sabiam que um dia Deus habitaria com os seres humanos na forma de um homem... na Terra!
Quando uma linha é traçada conectando os centros da pirâmide pentagonal, a cidade e a face, um triângulo equilátero é formado. O comprimento de cada lado deste triângulo é de 1/360º do diâmetro polar total do planeta Marte (Richard C. Hoagland, Os Monumentos de Marte, ilustração # 30).O número 360 alude à uma volta de 360 graus, um círculo completo. O uso de uma medição de 360 graus e o símbolo do círculo, são ligados ao Evangelho pelos signos do Zodíaco. Cada um dos doze signos do Zodíaco é separado por um intervalo de 30 graus ou 12 x 30 = 360 (E.W. Bullinger, The Witness of The Stars [A Testemunha das Estrelas] pg. 10). Estes números são significativos na tipologia bíblica: 12 = "perfeição governamental", 10 = "o número da ordem perfeita", x 3 = "o número de Deus" (E.W.Bullinger, Numbers in Scripture [Números nas Escrituras] pg. 3). Usando este sistema, 360 graus em um círculo é tanto o ponto de começo quanto do fim. 360 é a "conclusão da totalidade" e assim o círculo tipifica retidão.
O número 360 codificado no triângulo dos monumentos em Cydonia demonstra uma dicotomia. O comprimento dos lados do triângulo tipologicamente demonstra "perfeição", enquanto que ao mesmo tempo declara "julgamento" (Ibidem.pg 2). Cada ângulo de um triângulo equilátero tem 60 graus. Os 60 graus de um ângulo não só demonstram 10 = "Perfeição da Ordem", mas também 6 = "o número do homem e do pecado." Quando todos os ângulos do triângulo são somados, os números 60, 60, 60, constituem 180. Ao dividir um círculo de 360º , 180 graus está somente a meio caminho. Neste sentido 180 tipifica "o homem em oposição direta a Deus." O estado de imperfeição e pecado do homem o leva na direção oposta da "conclusão" e da "perfeição". O significado de 180 é claro, 9 = "o número do julgamento" x 2 = "o número da divisão", x 10 = "a perfeição da ordem de Deus."
Com a finalidade de estudar a tipologia dos céus referente à posição dentro de Cydonia, imagine um triângulo sobreposto dentro do grande "Círculo do Zodíaco." A narrativa Zodiacal é um sistema de 360 graus separados em porções de 30 graus cada. Se um triângulo equilátero é colocado dentro desse círculo, com um de seus vértices tocando 360 graus, os outros dois vértices tocam pontos significativos.
O primeiro ponto, à 360º, está entre Leão e Virgem - a mensagem da Esfinge. Tanto a face em Cydonia e a Esfinge são combinações das figuras de Virgem e Leão, representações simbólicas da primeira e segunda vinda de Cristo à Terra. O ponto entre Virgem e Leão é o começo e o término do Círculo do Zodíaco, o primeiro e o último. O próprio Deus é o primeiro e o último, o começo e o fim, perfeito e eterno.
Deslocando-se 109.5 graus à direita, o segundo ponto do triângulo toca o quarto signo, Sagitário. Sagitário, o 4º na sequência do zodíaco, tem o número que representa "criação." Sagitário também simboliza a "dupla natureza", um tipo de Cristo - Ambos Deus e Jesus (Deus) se fizeram carne. Sagitário é descrito com um arco desenhado apontando em direção ao coração de Escorpião, suspenso a fim de deixar a flecha dele frouxa, pronta para o julgamento. Deus, na forma humana, levou sobre si o julgamento de todo o pecado do homem, pagando a penalidade na cruz.
O terceiro ponto a 250.5º toca o nono signo, Touro. Touro é um tipo da Segunda Vinda de Cristo. Esta constelação ainda representa outra dualidade, com chifres de julgamento apontados para o céu e em direção à eclíptica. O chifre suspenso em direção ao céu aponta para outro símbolo messiânico, o pé de Auriga, ao passo que o outro chifre está apontado em direção à eclíptica, um tipo do futuro julgamento da terra. Touro é o 9º na narrativa Zodiacal - 9 é o número do julgamento.
Significativamente, o posicionamento do segundo e terceiro vértices do triângulo dentro do Círculo do Zodíaco os localiza à 90 graus mais 19.5 graus abaixo do ápice do círculo. O investigador Richard Hoagland descobriu que o número 19.5 frequentemente é repetido ao longo da geometria dos monumentos de Cydonia. De acordo com Hoagland o número 19.5 é uma indicação de que as inteligências por trás de estruturas monumentais como as de Cydonia, e talvez até em outros planetas, utilizem "Geometria de Tetraedro" e "Física Hyperdimensional." 19.5 é o número de assinatura da pesquisa intitulada "Hiper D" de Hoagland, considerando-se que o número 19.5 seja o resultado da inserção de um tetraedro em uma esfera com um dos vértices no pólo.
Este é a configuração tridimensional de um triângulo equilátero circunscrito por um círculo. Os três vértices restantes irão tocar o círculo á 19.5 graus de latitude. (Richard C. Hoagland, Os Monumentos de Marte, figura #32).
Cidade mexicana de Teotihuacan, que significa "o lugar onde os homens tornaran-se deuses", com suas três pirâmides distintas dedicadas ao Sol, à Lua, e à Quetzalcoatl, a equivalente de Osíris na América Central. Localizado à latitude 19.5 graus norte.
A teoria numérica bíblica fornece o significado do número 19.5
E.W.Bullinger escreve:
"Dezenove não é um número sem significado, é uma combinação de 9 e 10 e denotaria a perfeição da ordem divina conectada com o julgamento. É o número dos nomes hebraicos para Eva e Jó. (Numbers in Scripture, E.W.Bulliger, pg. 262)
Apesar do significado ameaçador de 19 ser evidente, há mais na equação. O (.5) de um grau conectado ao número do julgamento revela que a mensagem completa é de esperança. O número cinco resolve a sentença de julgamento, já que é o número da graça e perdão.
Planeta Marte: Julgamento Passado e Futuro
Os monumentos de Cydonia permanecem como a evidência de que uma próspera civlização tecnologicamente avançada existiu em Marte. Além disso, a tipologia das estruturas demonstra que os habitantes glorificavam à Deus de uma maneira que Ele próprio havia especificado. Os monumentos em Cydonia são tipos proféticos, apontando intencionalmente para o futuro quando Deus resgataria Sua criação através de Seu Filho no planeta Terra. As evidências deixadas em Marte narram uma grande destruição que sobreveio à estes construtores de monumentos... tal destruição desses seres, que uma vez haviam seguido o Deus Criador, só poderia ser vista como um julgamento divino.
O significado de Cydonia têm sido escondido do público por causa de uma agenda com implicações espirituais. As agências da desinformação são tanto físicas como "extraterrestres." Investigadores e autores conspiracionistas como Richard Hoagland têm especulado sobre o acobertamento de informações da NASA a respeito dos monumentos de Cydonia, e sobre o desvanecimento da mídia, porém raramente alguém considera que os habitantes rebeldes de Cydonia podem estar usando estas estruturas para fazer avançar o engano. Esta página é uma tentativa de atenuar o Engano dos Tempos Finais, decodificando a mensagem de Cydonia de acordo com a tipologia e simbolismo bíblicos.

e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas...eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, - Ezequiel 28:16b e 18b








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